ALANNA LUDMILLA ASSASSINADA PELO PADRASTO
Essa
relação entre Jaciene e Clayton não deu certo e eles acabaram se separando.
Tempos
depois a Jaciene encontra um novo parceiro que é Robert Serejo Oliveira, fruto
dessa relação nasce um menino. Que na época dos fatos em 2017 tinha 4 anos.
A
família residia na Avenida Oito, num conjunto habitacional chamado Maiobão,
bairro Paço do Lumiar que fica a 26 quilômetros da capital São Luiz do
Maranhão.
A
família era bem humilde. A mãe e as crianças frequentavam a igreja evangélica e
Alanna gostava muito de ler versículos da bíblia juntamente com a mãe.
Alanna
gostava de estudar, ler e principalmente escrever, gostava de fazer registros
sobre seu cotidiano, tinha boa relação com a família.
Porém,
em determinado momento o Robert Serejo passou a apresentar um comportamento
estranho, ele via coisas dentro de casa, ele via demônios, entidades que o
perseguiam.
Foi
quando mais ou menos em Setembro, Jaciene põe fim na relação. Segundo ela o
motivo foi os surtos psicóticos que ele tinha, porém havia uma implicância
também da parte dele com a menina Allana.
Pelo
menos na cabeça dele, também nem se sabe o que se ocorre dentro de uma casa e
entre casais... ele tinha plena certeza que Alanna foi a chave de virada para
esse rompimento.
Pois
segundo ele sabia que Alanna falava mãe dele para Jaciene. Após um pouco mais
de 2 semanas acontece uma desgraça.
Como
ficou morando só Jaciene, Alanna e o menino de 4 anos. A mãe contava com o
apoio dos pais, ouseja avós maternos das crianças.
Sempre
que precisava sair até mesmo quando era casada com Robert, as crianças ficavam com
os avós, mas algumas vezes só o menino de 4 anos ia pra lá.
Como
a Alanna já tinha 10 anos, a mãe se confiava de deixar a menina em casa
sozinha, geralmente trancava a casa e deixava a chave reserva com a menina.
As
duas mãe e filha tinham um relacionamento de confiança, a Allana era uma
criança ainda, mas a mãe a instruía a não falar com estranhos, não atender a
porta quando estava sozinha.
Como
os avós maternos moravam perto quando a Alanna estava sozinha em casa o avô ia
lá ver se estava tudo bem, batia na porta e ela dizia que não podia abrir a
porta que a mãe não deixava.
A
avó sabendo que ela estava sozinha levava alguma coisa pra ela comer e mesmo
assim ela não abria a porta. As vezes passava a comida para a menina pela
janela.
Diante
disso a Jaciene tinha plena confiança em sair sabendo que a filha não abriria a
porta pra ninguém.
Segundo
a mãe: Alanna tinha 10 anos, porém parecia ter mais, aparentemente dizia-se ter
12 anos.
Que
a menina tinha certa maturidade e inclusive ela explicava para a menina sobre
raptos de crianças e os possíveis abusos sexuais que algumas sofriam.
A
Jaciene estava passando por um momento bem difícil financeiramente, estava
desempregada e começou a colocar currículo para trabalhar. Porém a região que a
família morava ficava longe do grande centro.
Dia
31 de Outubro, Robert ouve uma conversa de Jaciene no telefone que estaria
convocada para uma entrevista no próximo dia. Ou seja, ele sabia que a menina
Alanna como geralmente ficava sozinha...
Mesmo
que trancada, no dia seguinte estaria por algumas horas sozinha em casa. Dai o
maligno pensa... Bom vai que seja a minha oportunidade de colocar esse meu lado
diabólico pra fora né!
Porém
no dia 1 de novembro de 2017, ela precisava se apresentar em uma entrevista de
emprego da qual foi chamada. Sendo assim ela nesse dia acorda cedo, arruma o
menino, tranca a casa, janelas e portas.
Leva
o menino para escola e deixa Alanna trancada dentro de casa. Deixando uma chave
reserva com a filha. E vai para prestar a entrevista de emprego. Ainda bem cedo
pela parte da manhã.
As
10:00 da manhã Robert busca o filho e leva para a casa do avô pai dele, a
diretora estranhou ele buscar o menino cedo, pois não era hora de acabar a
aula.
O
fato que ele leva o menino pro avô cuidar.
Saí
da casa do pai e se desloca para a casa de Jaciene. Chegando na casa Robert chama
Alanna do portão, porém ela não ouviu, pois estava no banheiro. Ou talvez a
mesma ouviu e não quis atender.
Então
este ser pula o muro bate na janela e nada, abre o cadeado que ele também tinha
chave que era para atravessar a grade que dava para os fundos da casa.
Abre
a porta dos fundos com a chave que ele tinha e entra na casa. Mas segundo a mãe
de Alanna não sabia que ele tinha a cópia da chave da casa.
Ele
segue até o banheiro no momento que Alanna estava vestindo somente uma blusinha
e enrolada numa toalha. Quando Alanna o viu dentro de casa tentou gritar.
Porém
no mesmo momento ele tapa a boca da menina de 10 anos. Não tendo ela a menor
chance de defesa. Ele que havia levado abraçadeira, amarra a mão da menina para
trás.
E
leva essa criança e até a sala da casa pra cometer a atrocidade que planejou.
É
nesse momento que ele primeiramente abusa sexualmente de Alanna e
posteriormente usou um saco plástico para asfixiar a menina.
O
que levou Alanna a óbito. Visto que a menina não tinha mais vida. Ele resolve
ocultar o corpo, no próprio quintal da casa. Nesse quintal havia muito entulho
de obra, tijolos, telhas.
E
o que o mal em forma de gente vai lá, faz uma cova rasa que ele abre usando
cacos de telha.
Cobre
o corpo da menina com tudo que era entulho, nem se percebia nada, nem terra
mexida, nem buraco, porque ele cobriu tudo com telha quebrada, tijolo quebrado.
Sai
da residência levando a mochila da Alanna com uma calcinha dentro e a agenda que
a menina usava como diário, ela escrevia a rotina ali.
E
joga a mochila pra despistar a investigação que ele sabia que iria ocorrer, num
terreno baldio próximo ao Residencial Upaon-Açu.
Isso
fica em um bairro vizinho. Depois do descarte vai pra casa que inclusive era
perto da casa da vítima.
Jaciene
retorna pra casa em torno das 15:00. Porém ao chegar em casa ela já estranha
que a casa não estava trancada, não tinha sinal de arrombamento.
Chama
a Alanna e nada, procura em toda parte da casa, não encontra a menina e percebe
que a chave reserva estava no mesmo lugar que ela havia deixado.
Logo
ela já vai perguntando para os vizinhos e crianças se alguém havia visto a
Alanna na rua, começa a ficar desesperada, ninguém havia visto a menina.
O
pessoal do bairro começa a procurar e a notícia vai se espalhando sobre o
desaparecimento de Alanna Ludmilla. É quando Robert volta pra casa inclusive
acompanhado do tio de Alanna Jeferson.
Esse
cara de pau começa a ajudar a procurar Alanna, assim como todos do bairro
procurando essa menina em todo canto. Mas como ele estava acompanhado do tio da
menina ele despistava a procura no quintal.
No mesmo dia do desaparecimento, a mochila de
Alanna Ludmilla foi encontrada no Conjunto Upaon Açu, também no município de
Paço do Lumiar. A Jaciene reconhece os pertences da filha.
A
polícia foi acionada, eles verificaram a casa, não havia nenhum sinal de
arrombamento nem nada, não havia sinal algum, porém Jaciene foi chamada a prestar
esclarecimentos.
Nesses
casos geralmente os pais são os principais suspeitos, ela por sua vez conta a
versão dela e tudo o que eu já relatei até aqui, sobre a ida dela a entrevista.
O pai também presta esclarecimento.
A Polícia Civil analisou imagens de câmeras de
segurança próxima ao local, em que aparecia Robert mais ou menos no período que
a menina poderia ter desaparecido. Sendo assim ele foi identificado como
principal suspeito. Foi chamado a prestar depoimento.
Nessa mesma noite ele
contou a versão dele ao delegado plantonista de Maiobão Ricardo Pinto de
Aragão, que ouviu o relato e depois o liberou.
No
dia seguinte começou a polícia a receber informações desconexas, a polícia
recebeu também uma denúncia anônima que dizia que a mãe teria chegado antes das
15:00 e só depois relatou o desaparecimento.
E
falou ainda que Jaciene estaria na casa de uma pessoa e não em uma entrevista
de emprego como ela havia relatado a polícia.
Sendo
assim a polícia vai checar a informação e vai até a empresa que ela informou
ter participado da entrevista e teve acesso as imagens de segurança onde
mostrava Jaciene no local.
Atrapalhou
bastante as investigações da polícia, pois haviam muitas informações que viram
a menina em tal lugar, a investigação checava e nada batia.
Mas
uma informação chega até a polícia que foi o fato da separação de Jaciene com o
Robert que teria ocorrido pelo fato de Jaciene saber que o marido havia tentado
abusar da filha e por isso o mandou embora.
Fato
que a mãe nega o ocorrido. Mas o que levantou a polícia a investigar o Robert
Serejo. Que conseguiu uma imagem de câmera de segurança onde ele passou
sozinho, em um caminho que dava a casa de Jaciene.
Na
quinta-feira dia 2, todos os envolvidos no caso voltaram a prestar depoimento
na delegacia do bairro Maiobão. Porém o Robert Perejo não compareceu.
Sendo
liberado o pedido de prisão temporária a ele o mesmo é considerado foragido. Ficando
escondido num terreno da Avenida litorânea.
Considerado
o principal suspeito ele foge. E passa a ser um procurado pela polícia e isso
ficou estampado em todo lugar como um fugitivo suspeito de um crime.
A responsável pelo caso de investigação foi a
delegada titular Eunice Rubem da delegacia de Maiobao que foi informada por uma
vizinha disse que viu a criança sair de casa.
Ela seguia uma linha investigativa que se a
criança saiu ela deveria ter voltado com alguém. E não descartou a
possibilidade dessa criança já ter sido morta na própria quarta feira.
A notícia sobre o desaparecimento de Alanna
Ludmilla se espalhou não só no bairro e cidades vizinhas, como caiu na
internet, rede social.
Os
problemas familiares se intensificaram na família, pois como o tio da menina
chegou com Robert ele foi associado inclusive a foto dele ao crime.
A
comunidade foi pra cima da família dele era uma confusão só! Incluindo a
própria mãe que também era cobrada pela comunidade.
A
Jaciene passava mal a todo momento e era medicada com calmante, por isso caso
vocês vejam as entrevistas dela parece que ela está calma.
Ela
recebeu auxilio das tias, amigas e pastora da igreja, ela não
consegui
dormir e nem comer. Na quinta feira a tia foi preparar um leite para ela tomar.
Nesse
momento a tia comenta sentir um cheiro de podre, elas vasculham a casa e não
encontram nada, nem lixo nada, chegam a ir no quintal, mas lá elas não sentiam
cheiro nenhum.
Na
madrugada de quinta feira a Jaciene por um momento sentiu no coração algo muito
peculiar, ela sentia que a filha havia falecido.
Na sexta feira pela parte da manhã, o vizinho
de Jaciene estava sentado com outros moradores na frente da casa, foi quando
ele sentiu um forte odor, vindo da casa.
Ele pulou o muro e percebeu que o cheiro vinha
de uma pilha de telhas e entulho, no quintal da casa.
Ali mesmo ele começou a retirar algumas telhas
da pilha, ainda deitada e sem mais forças Jaciene ouvia barulhos de telha
quebrando no fundo da casa, ficou ali ouvindo aquele barulho.
Esse vizinho pegou um caco de telha e começou a
escavar, em meio aquele entulho de tijolo quebrado e pedaço de concreto,
rejeito de obra e acaba achando logo um pé humano.
Ele grita para os vizinhos que encontrou a
menina, foi onde os vizinhos correram para o quintal. E Jaciene ouvia
encontramos Alanna encontramos.
Ela pula da cama e sai correndo e é impedida
pelos vizinhos de se aproximar da filha.
Mas a força de vontade de encontrar a filha era
tão grande que ela se desvinculou dos braços que a agarravam e pula em cima do
corpo da filha.
Segundo ela não importava se a filha estava
suja ou com cheiro de podre o que ela queria era estar com a filha.
Logo um dos vizinhos chama a polícia. E quem
vai atender a ocorrência é a delegada do Maiobão, Eunice Rubem.
Quando a polícia chegou, o corpo estava enrolado
num saco transparente, sendo que a cabeça foi coberta com um saco preto, quando
foi retirado o entulho, deu para aparecer parte do corpo dela.
Consequentemente desenterrado da cova rasa. A menina tinha a boca machucada, espancamento na cabeça, mãos
amarradas para trás presas a uma presilha.
A indignação dos populares era imensa, mãe e pai passaram mal, a
avô foi hospitalizada, eram pessoas que desmaiavam e eram socorridas por SAMU.
Um grande tumulto geral inclusive a população em cima da própria
polícia para que prendesse o assassino.
Não era incomum pessoas ligando para o departamento de polícia
para saber o resultado do IML, acho que esse caso foi um dos que mais gerou
revolta da população.
Eu dou os parabéns a essas pessoas que tanta força fizeram para
encontrar Allana como também a divulgar a foto do assassino.
Eu achei a atitude deles de tamanha importância, por isso
gostaria de deixar aqui um forte lembrete que se em todos os lugares as pessoas
fossem assim muitos casos seriam resolvidos.
O povo não teve vergonha e abriu a boca. Um grande beijo a vocês
de São Luis.
Jaciene recebeu socorro e foi encaminhada a delegacia para
prestar depoimento e repetiu tudo o que sabia por várias horas.
Saindo dali ela queria ir par ao o velório da filha que por
sinal se tornou bastante difícil pela pressão popular.
O
velório de Alanna foi muito comovente afinal mexeu com toda comunidade,
acredito que esse crime ainda é muito vivo na região. O corpo de Alanna foi
transportado da escola onde ela estudava.
O
transporte do corpo foi feito pelo caminhão de bombeiros. Passando por algumas
vias do município. Até central de velórios de Paz da União, em Paço do Lumiar.
No dia 4, em um sábado.
O
tio pelo fato da represália nem conseguiu ir ao velório. Nesse velório era um
tumulto pela quantidade de gente que queria dar adeus a menina Alanna Ludmilla,
mas a revolta do povo era gritante.
O
momento do velório e enterro foi bastante comovente e o discurso feito por Jaciene
na hora que enterro foi que ela perdoava quem havia feito aquilo com a filha.
A
Alanna tinha uma relação muito boa com os avós, porém gostava muito do avô seu
Jucelino do Santos Pereira, pai de Jaciene.
Que
prestou uma entrevista ao estadão na época dos fatos e disse que nem a neta e
nem a filha nunca comentaram que Alanna sofria abuso sexual.
Mas
que nos últimos meses Alanna contou ao avô que Robert Serejo implicava com ela
constantemente, porém ele não sabia como era essa implicância.
Por
quase três dias desaparecido. A força do destino desse cara não passou impune.
Robert
embarcou em uma Van na qual os
sargentos Burgos e César, lotados no 6º BPM, estavam a caminho de um evento
esportivo no município de Pirapemas.
Robert foi reconhecido pelos policias
que, imediatamente, solicitaram que o motorista parasse o veículo na barreira
policial da BR-135. A primeiro momento ele não se identificou.
Malandro quis se passar por pedinte e disse que
estava indo visitar a família em Chapadinha. Até que a pressão se intensificou
e ele confessou ser procurado. Deu-se a
captura, por volta do meio dia.
O criminoso trajava a mesma roupa de quando
prestou o primeiro depoimento, ele estava tentando fugir para o interior do
estado de São Luis.
Foi enviado ao posto policial da Estiva, onde
ocorreu uma recolta intensa dos populares que queriam fazer justiça com as
próprias mãos.
Logo ele foi levado ao Quartel do Comando Geral
da Policia Militar de Calhau, onde foi apresentado a imprensa naquela mesma
tarde as 15:00 horas.
Réu confesso, contou o ocorrido entre ele e
Allana, questionado o motivo de tamanha crueldade o mesmo confessou
à polícia que fez o que fez com Alanna por ela implicar com ele e falar mal
dele para a própria mãe.
Robert
Serejo foi
preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Aos 31 anos de idade, não tinha
antecedentes criminais.
O julgamento ocorreu dia 10 de Novembro de 2020, processo tramitava desde 2017 na 3º Vara do Termo de Paço de
Lumiar.
Mas a pedido da defesa da
família de Allana Ludmilla, o processo foi transferido para a 2º Vara do Júri
em São Luis.
A sessão começou às 8h40 e terminou por volta das 16h30. Durante o julgamento, foram quatro
testemunhas e dois peritos do Instituto de Criminalística do Maranhão (ICRIM).
Pelo fato de ser um
crime contra uma criança, os detalhes do processo corriam em segredo de justiça.
Foi condenado a 43 anos de
prisão A decisão do juiz Gilberto de Moura Lima determina que Roberto Serejo
cumpra a pena em regime fechado.
Ele foi acusado por
homicídio (com qualificadora de feminicídio), estupro de vulnerável e ocultação
de cádaver.
Roberto Serejo voltou
para a mesma prisão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, após o resultado do
júri.
Quanto a mais
informações eu desconheço, vale lembrar a negligência de deixar uma criança de
10 anos sozinha em casa, mesmo que trancada e com chave reserva.
Sei que é dolorido
perder um filho e que nós mesmo como mãe erramos muitas vezes, e talvez pela
necessidade do cotidiano.
Já comentei várias
vezes na minha rede social como as classes menos desfavorecidas estão mais
aptas a sofrer violência.
Mas também gostaria
de falar quem escolhemos como nosso parceiro, pois vimos inúmeros casos de pais
que matam filhos e vive versa, ninguém está blindado de nada.
Porém a importância
de saber e conhece e muito bem quem colocamos dentro da nossa casa é crucial
para evitar a violência daquele que não tem chance de defesa, principalmente
quando se trata de ter crianças.
Bem temos um outro
canal que falo um pouco mais sobre isso e convido caso vocês tiverem interesse
em nos conhecer por lá também, se chama Falando aos Sete ventos.
Vou ficando por
aqui e não esquece de deixar o like e me ajudar a crescer aqui na plataforma.
Um grande beijo e que o universo nos abençoe.
Referências:
Canal Dica Boa: https://www.youtube.com/watch?v=4OU-SAN27R4
Site: O estadão
Fotos de Ludmila: https://www.mpma.mp.br/arquivos/secinst/clipping/7811_02_a_06.11.2017.pdf










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