ALANNA LUDMILLA ASSASSINADA PELO PADRASTO

 ALANNA LUDMILLA ASSASSINADA PELO PADRASTO

Fizemos um vídeo sobre o caso, convido-os a nos assistir no YouTube:



A vítima do caso é a menina Alanna Ludmilla Borges Pereira, filha de Jaciene Borges Pereira e Clayton Souza que trabalhava como cadete do corpo de bombeiros.

 

Essa relação entre Jaciene e Clayton não deu certo e eles acabaram se separando.

 

Tempos depois a Jaciene encontra um novo parceiro que é Robert Serejo Oliveira, fruto dessa relação nasce um menino. Que na época dos fatos em 2017 tinha 4 anos.

 

A família residia na Avenida Oito, num conjunto habitacional chamado Maiobão, bairro Paço do Lumiar que fica a 26 quilômetros da capital São Luiz do Maranhão.

 

A família era bem humilde. A mãe e as crianças frequentavam a igreja evangélica e Alanna gostava muito de ler versículos da bíblia juntamente com a mãe.

 

Alanna gostava de estudar, ler e principalmente escrever, gostava de fazer registros sobre seu cotidiano, tinha boa relação com a família.

 

Porém, em determinado momento o Robert Serejo passou a apresentar um comportamento estranho, ele via coisas dentro de casa, ele via demônios, entidades que o perseguiam.

 

Foi quando mais ou menos em Setembro, Jaciene põe fim na relação. Segundo ela o motivo foi os surtos psicóticos que ele tinha, porém havia uma implicância também da parte dele com a menina Allana.

 

Pelo menos na cabeça dele, também nem se sabe o que se ocorre dentro de uma casa e entre casais... ele tinha plena certeza que Alanna foi a chave de virada para esse rompimento.

 

Pois segundo ele sabia que Alanna falava mãe dele para Jaciene. Após um pouco mais de 2 semanas acontece uma desgraça.

 


Como ficou morando só Jaciene, Alanna e o menino de 4 anos. A mãe contava com o apoio dos pais, ouseja avós maternos das crianças.

 

Sempre que precisava sair até mesmo quando era casada com Robert, as crianças ficavam com os avós, mas algumas vezes só o menino de 4 anos ia pra lá.

 

Como a Alanna já tinha 10 anos, a mãe se confiava de deixar a menina em casa sozinha, geralmente trancava a casa e deixava a chave reserva com a menina.

 

As duas mãe e filha tinham um relacionamento de confiança, a Allana era uma criança ainda, mas a mãe a instruía a não falar com estranhos, não atender a porta quando estava sozinha.

 

Como os avós maternos moravam perto quando a Alanna estava sozinha em casa o avô ia lá ver se estava tudo bem, batia na porta e ela dizia que não podia abrir a porta que a mãe não deixava.

 

A avó sabendo que ela estava sozinha levava alguma coisa pra ela comer e mesmo assim ela não abria a porta. As vezes passava a comida para a menina pela janela.

 

Diante disso a Jaciene tinha plena confiança em sair sabendo que a filha não abriria a porta pra ninguém.

 

Segundo a mãe: Alanna tinha 10 anos, porém parecia ter mais, aparentemente dizia-se ter 12 anos.

 

Que a menina tinha certa maturidade e inclusive ela explicava para a menina sobre raptos de crianças e os possíveis abusos sexuais que algumas sofriam.

 

A Jaciene estava passando por um momento bem difícil financeiramente, estava desempregada e começou a colocar currículo para trabalhar. Porém a região que a família morava ficava longe do grande centro.

 

Dia 31 de Outubro, Robert ouve uma conversa de Jaciene no telefone que estaria convocada para uma entrevista no próximo dia. Ou seja, ele sabia que a menina Alanna como geralmente ficava sozinha...

 

Mesmo que trancada, no dia seguinte estaria por algumas horas sozinha em casa. Dai o maligno pensa... Bom vai que seja a minha oportunidade de colocar esse meu lado diabólico pra fora né!

 

Porém no dia 1 de novembro de 2017, ela precisava se apresentar em uma entrevista de emprego da qual foi chamada. Sendo assim ela nesse dia acorda cedo, arruma o menino, tranca a casa, janelas e portas.

 


Leva o menino para escola e deixa Alanna trancada dentro de casa. Deixando uma chave reserva com a filha. E vai para prestar a entrevista de emprego. Ainda bem cedo pela parte da manhã.

 

As 10:00 da manhã Robert busca o filho e leva para a casa do avô pai dele, a diretora estranhou ele buscar o menino cedo, pois não era hora de acabar a aula.

 

O fato que ele leva o menino pro avô cuidar.

 

Saí da casa do pai e se desloca para a casa de Jaciene. Chegando na casa Robert chama Alanna do portão, porém ela não ouviu, pois estava no banheiro. Ou talvez a mesma ouviu e não quis atender.

 

Então este ser pula o muro bate na janela e nada, abre o cadeado que ele também tinha chave que era para atravessar a grade que dava para os fundos da casa.

 

Abre a porta dos fundos com a chave que ele tinha e entra na casa. Mas segundo a mãe de Alanna não sabia que ele tinha a cópia da chave da casa.

 

Ele segue até o banheiro no momento que Alanna estava vestindo somente uma blusinha e enrolada numa toalha. Quando Alanna o viu dentro de casa tentou gritar.

 


Porém no mesmo momento ele tapa a boca da menina de 10 anos. Não tendo ela a menor chance de defesa. Ele que havia levado abraçadeira, amarra a mão da menina para trás.

 

E leva essa criança e até a sala da casa pra cometer a atrocidade que planejou.

 

É nesse momento que ele primeiramente abusa sexualmente de Alanna e posteriormente usou um saco plástico para asfixiar a menina.  

 

O que levou Alanna a óbito. Visto que a menina não tinha mais vida. Ele resolve ocultar o corpo, no próprio quintal da casa. Nesse quintal havia muito entulho de obra, tijolos, telhas.

 

E o que o mal em forma de gente vai lá, faz uma cova rasa que ele abre usando cacos de telha.

 

Cobre o corpo da menina com tudo que era entulho, nem se percebia nada, nem terra mexida, nem buraco, porque ele cobriu tudo com telha quebrada, tijolo quebrado.

 

Sai da residência levando a mochila da Alanna com uma calcinha dentro e a agenda que a menina usava como diário, ela escrevia a rotina ali.

 

E joga a mochila pra despistar a investigação que ele sabia que iria ocorrer, num terreno baldio próximo ao Residencial Upaon-Açu.

 

Isso fica em um bairro vizinho. Depois do descarte vai pra casa que inclusive era perto da casa da vítima.

 

Jaciene retorna pra casa em torno das 15:00. Porém ao chegar em casa ela já estranha que a casa não estava trancada, não tinha sinal de arrombamento.

 

Chama a Alanna e nada, procura em toda parte da casa, não encontra a menina e percebe que a chave reserva estava no mesmo lugar que ela havia deixado.

 

Logo ela já vai perguntando para os vizinhos e crianças se alguém havia visto a Alanna na rua, começa a ficar desesperada, ninguém havia visto a menina.

 

O pessoal do bairro começa a procurar e a notícia vai se espalhando sobre o desaparecimento de Alanna Ludmilla. É quando Robert volta pra casa inclusive acompanhado do tio de Alanna Jeferson.

 


Esse cara de pau começa a ajudar a procurar Alanna, assim como todos do bairro procurando essa menina em todo canto. Mas como ele estava acompanhado do tio da menina ele despistava a procura no quintal.

 

No mesmo dia do desaparecimento, a mochila de Alanna Ludmilla foi encontrada no Conjunto Upaon Açu, também no município de Paço do Lumiar. A Jaciene reconhece os pertences da filha.

 

A polícia foi acionada, eles verificaram a casa, não havia nenhum sinal de arrombamento nem nada, não havia sinal algum, porém Jaciene foi chamada a prestar esclarecimentos.

 

Nesses casos geralmente os pais são os principais suspeitos, ela por sua vez conta a versão dela e tudo o que eu já relatei até aqui, sobre a ida dela a entrevista.  O pai também presta esclarecimento.

 

A Polícia Civil analisou imagens de câmeras de segurança próxima ao local, em que aparecia Robert mais ou menos no período que a menina poderia ter desaparecido. Sendo assim ele foi identificado como principal suspeito. Foi chamado a prestar depoimento.

 

Nessa mesma noite ele contou a versão dele ao delegado plantonista de Maiobão Ricardo Pinto de Aragão, que ouviu o relato e depois o liberou.

 

No dia seguinte começou a polícia a receber informações desconexas, a polícia recebeu também uma denúncia anônima que dizia que a mãe teria chegado antes das 15:00 e só depois relatou o desaparecimento.

 

E falou ainda que Jaciene estaria na casa de uma pessoa e não em uma entrevista de emprego como ela havia relatado a polícia.

 

Sendo assim a polícia vai checar a informação e vai até a empresa que ela informou ter participado da entrevista e teve acesso as imagens de segurança onde mostrava Jaciene no local.

 

Atrapalhou bastante as investigações da polícia, pois haviam muitas informações que viram a menina em tal lugar, a investigação checava e nada batia.

 


Mas uma informação chega até a polícia que foi o fato da separação de Jaciene com o Robert que teria ocorrido pelo fato de Jaciene saber que o marido havia tentado abusar da filha e por isso o mandou embora.

 

Fato que a mãe nega o ocorrido. Mas o que levantou a polícia a investigar o Robert Serejo. Que conseguiu uma imagem de câmera de segurança onde ele passou sozinho, em um caminho que dava a casa de Jaciene.

 

Na quinta-feira dia 2, todos os envolvidos no caso voltaram a prestar depoimento na delegacia do bairro Maiobão. Porém o Robert Perejo não compareceu.

 

Sendo liberado o pedido de prisão temporária a ele o mesmo é considerado foragido. Ficando escondido num terreno da Avenida litorânea.

 

Considerado o principal suspeito ele foge. E passa a ser um procurado pela polícia e isso ficou estampado em todo lugar como um fugitivo suspeito de um crime.

 


A responsável pelo caso de investigação foi a delegada titular Eunice Rubem da delegacia de Maiobao que foi informada por uma vizinha disse que viu a criança sair de casa.

 

Ela seguia uma linha investigativa que se a criança saiu ela deveria ter voltado com alguém. E não descartou a possibilidade dessa criança já ter sido morta na própria quarta feira.

 

A notícia sobre o desaparecimento de Alanna Ludmilla se espalhou não só no bairro e cidades vizinhas, como caiu na internet, rede social.

 

Os problemas familiares se intensificaram na família, pois como o tio da menina chegou com Robert ele foi associado inclusive a foto dele ao crime.

 

A comunidade foi pra cima da família dele era uma confusão só! Incluindo a própria mãe que também era cobrada pela comunidade.

 

A Jaciene passava mal a todo momento e era medicada com calmante, por isso caso vocês vejam as entrevistas dela parece que ela está calma.

 

Ela recebeu auxilio das tias, amigas e pastora da igreja, ela não  

consegui dormir e nem comer. Na quinta feira a tia foi preparar um leite para ela tomar.

 

Nesse momento a tia comenta sentir um cheiro de podre, elas vasculham a casa e não encontram nada, nem lixo nada, chegam a ir no quintal, mas lá elas não sentiam cheiro nenhum.

 

Na madrugada de quinta feira a Jaciene por um momento sentiu no coração algo muito peculiar, ela sentia que a filha havia falecido.

 

Na sexta feira pela parte da manhã, o vizinho de Jaciene estava sentado com outros moradores na frente da casa, foi quando ele sentiu um forte odor, vindo da casa.

 

Ele pulou o muro e percebeu que o cheiro vinha de uma pilha de telhas e entulho, no quintal da casa.

 

Ali mesmo ele começou a retirar algumas telhas da pilha, ainda deitada e sem mais forças Jaciene ouvia barulhos de telha quebrando no fundo da casa, ficou ali ouvindo aquele barulho.

 

Esse vizinho pegou um caco de telha e começou a escavar, em meio aquele entulho de tijolo quebrado e pedaço de concreto, rejeito de obra e acaba achando logo um pé humano.

 

Ele grita para os vizinhos que encontrou a menina, foi onde os vizinhos correram para o quintal. E Jaciene ouvia encontramos Alanna encontramos.

 

Ela pula da cama e sai correndo e é impedida pelos vizinhos de se aproximar da filha.

 


Mas a força de vontade de encontrar a filha era tão grande que ela se desvinculou dos braços que a agarravam e pula em cima do corpo da filha.

 

Segundo ela não importava se a filha estava suja ou com cheiro de podre o que ela queria era estar com a filha.

 

Logo um dos vizinhos chama a polícia. E quem vai atender a ocorrência é a delegada do Maiobão, Eunice Rubem.

Quando a polícia chegou, o corpo estava enrolado num saco transparente, sendo que a cabeça foi coberta com um saco preto, quando foi retirado o entulho, deu para aparecer parte do corpo dela.

 


Consequentemente desenterrado da cova rasa. A menina tinha a boca machucada, espancamento na cabeça, mãos amarradas para trás presas a uma presilha.

 

A indignação dos populares era imensa, mãe e pai passaram mal, a avô foi hospitalizada, eram pessoas que desmaiavam e eram socorridas por SAMU.

 

Um grande tumulto geral inclusive a população em cima da própria polícia para que prendesse o assassino.

 

Não era incomum pessoas ligando para o departamento de polícia para saber o resultado do IML, acho que esse caso foi um dos que mais gerou revolta da população.

 

Eu dou os parabéns a essas pessoas que tanta força fizeram para encontrar Allana como também a divulgar a foto do assassino.

 

Eu achei a atitude deles de tamanha importância, por isso gostaria de deixar aqui um forte lembrete que se em todos os lugares as pessoas fossem assim muitos casos seriam resolvidos.

 

O povo não teve vergonha e abriu a boca. Um grande beijo a vocês de São Luis.

 

Jaciene recebeu socorro e foi encaminhada a delegacia para prestar depoimento e repetiu tudo o que sabia por várias horas.

 

Saindo dali ela queria ir par ao o velório da filha que por sinal se tornou bastante difícil pela pressão popular.

 

O velório de Alanna foi muito comovente afinal mexeu com toda comunidade, acredito que esse crime ainda é muito vivo na região. O corpo de Alanna foi transportado da escola onde ela estudava.

 

O transporte do corpo foi feito pelo caminhão de bombeiros. Passando por algumas vias do município. Até central de velórios de Paz da União, em Paço do Lumiar. No dia 4, em um sábado.

 

O tio pelo fato da represália nem conseguiu ir ao velório. Nesse velório era um tumulto pela quantidade de gente que queria dar adeus a menina Alanna Ludmilla, mas a revolta do povo era gritante.

 

O momento do velório e enterro foi bastante comovente e o discurso feito por Jaciene na hora que enterro foi que ela perdoava quem havia feito aquilo com a filha.

 

A Alanna tinha uma relação muito boa com os avós, porém gostava muito do avô seu Jucelino do Santos Pereira, pai de Jaciene.

 

Que prestou uma entrevista ao estadão na época dos fatos e disse que nem a neta e nem a filha nunca comentaram que Alanna sofria abuso sexual.

 

Mas que nos últimos meses Alanna contou ao avô que Robert Serejo implicava com ela constantemente, porém ele não sabia como era essa implicância.

 

Por quase três dias desaparecido. A força do destino desse cara não passou impune.

 

Robert embarcou em uma Van na qual os sargentos Burgos e César, lotados no 6º BPM, estavam a caminho de um evento esportivo no município de Pirapemas.

 

Robert  foi reconhecido pelos policias que, imediatamente, solicitaram que o motorista parasse o veículo na barreira policial da BR-135. A primeiro momento ele não se identificou.

 

Malandro quis se passar por pedinte e disse que estava indo visitar a família em Chapadinha. Até que a pressão se intensificou e ele confessou ser procurado.  Deu-se a captura, por volta do meio dia.

 

O criminoso trajava a mesma roupa de quando prestou o primeiro depoimento, ele estava tentando fugir para o interior do estado de São Luis.

 

Foi enviado ao posto policial da Estiva, onde ocorreu uma recolta intensa dos populares que queriam fazer justiça com as próprias mãos.

 

Logo ele foi levado ao Quartel do Comando Geral da Policia Militar de Calhau, onde foi apresentado a imprensa naquela mesma tarde as 15:00 horas.

 


Réu confesso, contou o ocorrido entre ele e Allana, questionado o motivo de tamanha crueldade o mesmo confessou à polícia que fez o que fez com Alanna por ela implicar com ele e falar mal dele para a própria mãe.

 

Robert Serejo foi preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Aos 31 anos de idade, não tinha antecedentes criminais.

 

O julgamento ocorreu dia 10 de Novembro de 2020, processo tramitava desde 2017 na 3º Vara do Termo de Paço de Lumiar.

 

Mas a pedido da defesa da família de Allana Ludmilla, o processo foi transferido para a 2º Vara do Júri em São Luis.

 

sessão começou às 8h40 e terminou por volta das 16h30. Durante o julgamento, foram quatro testemunhas e dois peritos do Instituto de Criminalística do Maranhão (ICRIM).

 


Pelo fato de ser um crime contra uma criança, os detalhes do processo corriam em segredo de justiça.

 

Foi condenado a 43 anos de prisão A decisão do juiz Gilberto de Moura Lima determina que Roberto Serejo cumpra a pena em regime fechado.

 

Ele foi acusado por homicídio (com qualificadora de feminicídio), estupro de vulnerável e ocultação de cádaver.

 

Roberto Serejo voltou para a mesma prisão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, após o resultado do júri.

 

Quanto a mais informações eu desconheço, vale lembrar a negligência de deixar uma criança de 10 anos sozinha em casa, mesmo que trancada e com chave reserva.

 

Sei que é dolorido perder um filho e que nós mesmo como mãe erramos muitas vezes, e talvez pela necessidade do cotidiano.

 

Já comentei várias vezes na minha rede social como as classes menos desfavorecidas estão mais aptas a sofrer violência.

Mas também gostaria de falar quem escolhemos como nosso parceiro, pois vimos inúmeros casos de pais que matam filhos e vive versa, ninguém está blindado de nada.

 

Porém a importância de saber e conhece e muito bem quem colocamos dentro da nossa casa é crucial para evitar a violência daquele que não tem chance de defesa, principalmente quando se trata de ter crianças.

 

Bem temos um outro canal que falo um pouco mais sobre isso e convido caso vocês tiverem interesse em nos conhecer por lá também, se chama Falando aos Sete ventos.

 

Vou ficando por aqui e não esquece de deixar o like e me ajudar a crescer aqui na plataforma. Um grande beijo e que o universo nos abençoe.

 

 

 Referências:

https://www.domingoscosta.com.br/corpo-de-menina-de-10-anos-e-oencontrado-enterrado-no-quintal-da-propria-casa/

https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2019/06/26/estou-destruido-por-dentro-diz-pai-de-jovem-torturada-e-morta-por-duas-adolescentes-em-praia-de-paulista.ghtml

 

Canal Dica Boa: https://www.youtube.com/watch?v=4OU-SAN27R4

 

Site: O estadão

Fotos de Ludmila: https://www.mpma.mp.br/arquivos/secinst/clipping/7811_02_a_06.11.2017.pdf

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