CASO MIGUEL – JOGADO NO RIO PELA MÃE E MADRASTA

CASO MIGUEL DE IMBÉ

JOGADO NO RIO PELA MÃE E MADRASTA


CONTAMOS ESSE CASO EM NOSSO CANAL DO YOU TUBE: 



Tudo se inicia com a mãe de Miguel que é Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues. Natural de Paraí um município de 7 mil habitantes. Que fica no estado do Rio Grande do Sul.

 


Yasmin possuía um irmão mais velho que faleceu aos 16 anos afogados. Episódio que ela teria presenciado.

 

Ainda bastante jovem tem um relacionamento amoroso com um guri chamado João Pedro de Joinville Santa Catarina. A família do guri passa a morar no Rio Grande do Sul.

 

Mas devido a uma briga familiar entre o namorado com a própria mãe João Pedro sai de casa e namorando com a Yasmin passa a morar juntos com os pais de Yasmin, o namoro durou 1 ano. Nesse período a família do namorado retorna para Santa Catarina.

 

Porém o relacionamento não deu certo, João Pedro com 20 anos sai da casa dos pais de Yasmin e retorna para a casa da mãe em Joinville. Dois meses após, com apenas 16 anos Yasmin descobre que está grávida e o suposto pai não assume a criança. 

 

Miguel nasceu em Paraí no Hospital Nossa Senhora Aparecida dia 25 de Fevereiro de 2014, com 49 cm e pesando 3,600. Miguel foi registrado 5 dias após o nascimento somente pela mãe. O menino cresceu sob os cuidados da avó e da mãe.

 

Que moravam no bairro São Lucas, uma área afastada a 4 quilômetros do centro da cidade de Paraí. O menino foi crescendo saudável e seu primeiro aniversário foi comemorado ao ar livre.


Yasmin começa a trabalhar aos 19 anos, como operadora de máquina de lavanderia para ajudar em casa e nesse período acaba descobrindo que não gostava de homens e sim de mulheres.

 

E no próprio trabalho ela conheceu uma guria que acabou tendo um relacionamento com ela, do qual o pai não aceitava de jeito nenhum a sexualidade da filha.

 

O pai de Yasmin agrediu ela aos 20 anos e depois expulsou-a de casa. Assim ela foi para casa de uma amiga junto com o filho Miguel. A avó ajudava a filha as escondidas do marido.

 


Depois de 9 meses a Yasmin retorna pra casa da mãe, pois a amiga iria devolver a casa e ela não tinha para onde ir. Então ela volta junto com Miguel para a casa dos pais.

 

Aos 4 anos o menino Miguel ficava na escola durante o dia todo, para que a mãe e a avó pudesse trabalhar. Fez o primeiro ano do Ensino Fundamental na Escola Municipal Mateus Dal Pozzo, era um menino educado, inteligente, sorridente, feliz.

 

Mas depois conhece outra guria chamada Camila e com ela firma um relacionamento, novamente ela junto ao filho Miguel sai de casa para morarem em Bento Gonçalves.

 

Camila trabalhava em uma empresa enquanto Yasmin trabalhava em um salão de beleza. As duas se davam muito bem, o pequeno Miguel aforava a guria inclusive a chamava de mãe.

 

Mas a Camila decide sair do emprego e a situação financeira ficou difícil.  Então Yasmin passa a se prostituir para dar conta de manter a atual família. A Camila depois de um tempo não aceita a situação e coloca fim na relação depois de 1 ano juntas.

 



Camila sai de Bento Gonçalves com uma amiga e vai para Imbé trabalhar em um salão de beleza da mãe da moça e também deu continuidade ao trabalho como garota de programa.

 

Nesse período de trabalho que ela conhece o Tadeu, que inicialmente era um cliente e depois passou a ter um relacionamento um pouco mais além. Amos se viam alguns dias por semana.

 

Tadeu conhecia o Miguel e adorava o menino. Este homem era casado, tinha filhos e inclusive netos. Se apegou ao menino e ajudava financeiramente a Yasmin, crendo ele que a mãe do menino gostava muito dele.

 

Mas como ela ainda estava com o filho ficava difícil dar conta de trabalhar no salão e atender os clientes. A dona do salão ficava com o Miguel somente para Yasmin trabalhar no salão mas como GP não.

 

Então Yasmin procura outro salão pra trabalhar e se muda casa. Ela e o Miguel passam ficam até janeiro nesse em Embé e depois voltam pra casa dos pais de Yasmin em Paraí.

 

Em 2020 ano que ocorreu a Pandemia, Miguel participou presencialmente a escola até dia 19 de Março normalmente. Quando os alunos passaram a estudar em casa.

 

Enquanto isso no meio da Pandemia a Yasmin conversa com uma amiga que conheceu na praia, e pede se ela tem o contato de alguém pra que ela pudesse conversar, bater um papo.

 

E essa amiga tinha realmente um contato que era a Bruna Nathiele Porto da Rosa, moradora de Porto Alegre que era auxiliar de dentista, mas não parava em serviço nenhum. A mãe que bancava ela e o irmão, dois adultos.

 


As duas Yasmin e Bruna passam a trocar mensagens e falavam de tudo, sobre a rotina e tudo mais. Depois de um mês de conversa dia 18 de Julho mãe e filho vão para a casa da família da Bruna e passam um fim de semana juntos.

 

E logo no primeiro fim de semana segundo conta a Bruna que Yasmin já agrediu o filho na casa da família dela. O menino já apanhava desde que as duas se conheceram.

 

Yasmin e Miguel voltam da viagem e Yasmin retorna a Porto Alegre na ultima semana do mês de Julho junto com Miguel. Começaram mais agressões dela com o filho, a mãe da Bruna que era viúva vendo tudo aquilo.

 

Com receio de que acontecesse algo mais grave manda a Yasmin sair do apartamento, também a Bruna já tinha hábito de enfiar namorada em casa pra mãe sustentar mais gente.

 

Como essa mãe não aceita a Yasmin ali a Bruna diz que se a Yasmin não ficasse ela sairia de casa. Olha que inteligente... A mãe da Bruna era faxineira se matando a trabalhar e a filha ainda achando ruim a mãe não aceitar aquilo tudo.

 

Em meio a tudo isso tinha o Miguel que tinha asma e não tinha remédio, passou a ter crise de asma. Yasmin levou o menino pro centro de atendimento no mesmo domingo que era dia dos pais.

 

No atendimento quem foi junto com a Yasmin e Miguel foi a Bruna junto a um casal que são pais de Santo. Lá no atendimento a médica plantonista colocou o menino no oxigênio e queria transferi-lo para o hospital.

 


Mas a Yasmin ficou muito apavorada, pois morava em cidade pequena e não queria que fosse levado a criança para o hospital. Segundo ela o oxigênio iria demorar muito para melhorar a crise.

 

Ela queria fazer a compra do aerolin e predinosolona, que era rápido ela já conhecia o filho. Então achando ruim o oxigênio ela tira o filho do centro médico para levar par ao pai de santo curar a crise de asma.

 

A médica receita os medicamentos, mas registra a mãe como fugitiva com o filho. Ao sair do centro médico ela compra as medicações e vai pra casa dos Pais de santo. Mas elas não poderia ficar muito tempo ali.

 

Então depois de passarem uns dias na casa dos religiosos elas vão para a casa da tia de Bruna que estava de aniversário, que ganhou como presente a visita de 10 dias, da Bruna Yasmin e Miguel.

 

Depois desses 10 dias a Yasmin fica na casa de parentes em Bagé enquanto a Bruna permanece na casa da tia em Pelotas. Mas todo fim de semana a Yasmin ia para a casa da tal tia.

 

Mas certo dia a tia de Bagé expulsa a Bruna de casa, mandando ela ir embora. Foi quando a Yasmin vai buscar a namorada e ficam um dia na casa de um parente, outro dia na casa de outro parente e assim até que deu pra cabeça de todos os parentes.

 

Yasmin volta pra casa dos pais em Paraí junto de Miguel e Bruna. Por lá eles ficam de Setembro a Outubro. Na casa dos pais de Yasmin.

 


A Yasmin recebia o auxilio emergencial para ela e para o Miguel no valor de 1.200,00. No fim de Outubro de 2020, elas saem de Paraí e vão morar no bairro da Restinga em Porto Alegre. Deixando Miguel com a avó.

 

O apartamento era da Magda mãe da Bruna, mas o irmão da Bruna morava nesse apartamento, que era sustentado pela Yasmin e a Magda. Mas a Magda não morava no apartamento, morava em Viamão.

 

Yasmin começou a trabalhar no salão em dezembro até a véspera do Natal. Passaram o natal na família da Bruna.  E final de ano também longe do filho.

 

Enquanto o Miguel em Paraí que seguiu durante todo esse período em aula remota, Miguel demonstrava evolução montando as primeiras sílabas, em maio já conseguia ler uma palavra toda.

 

Era interessado nas atividades e queria muito ler, tanto que em dezembro de 2020 ele finalmente conseguia ler um texto. Ou seja, o menino sabia ler e escrever.

 

No mês de janeiro de 2021 a Yasmin vende o carro que ela tinha para que as duas pudessem viver durante um tempo.

 

Em Fevereiro de 2021 Miguel ainda morava com a avó no Bairro São Lucas, quando ele completou 7 anos. Comemoraram o aniversário da criança com bolo enfeitado.

 

O garotinho comia de tudo e adorava bolo de chocolate. Muito carinhoso gostava de beijos e abraços. Brincava na rua e assim que a avó retorna ao trabalho a vizinha é quem cuida de Miguel.

 

Ele ficava na casa da cuidadora e levava nas suas costas a mochilinha do homem aranha com um chaveiro com a letra M, a avó levava leite sem lactose e roupinhas. Mas ele era curioso e todos os dias perguntava o que teria de almoço.

 

Mas ainda em Fevereiro Yasmin vai buscar o filho e levou o filho para morar com elas em Porto Alegre. Mas ficaram na cidade durante um mês apenas morando junto com o irmão da Bruna que era usuário de drogas.

 

Tanto que o irmão de Bruna devia drogas, tiveram o apartamento invadido por essas pessoas que comandam o comércio ilegal.

 

A convivência foi se tornando difícil e o dinheiro também, a mãe de Yasmin já não ajudava como antes. É então que ainda no apartamento da restinga a Yasmin tenta contra sua própria vida e acabou levando pontos nos pulsos.

 


Diante disso ela cuidada pela Bruna, mas sempre manteve contato com Tadeu que nem fazia ideia que ela morava com uma mulher. Ela conta para o Tadeu que precisava sair do apartamento.

 

Mudar de cidade e precisava de ajuda dele, porém para esconder o relacionamento com a Bruna Yasmin diz ao homem que precisava de uma Babá que era a Nathiele, ou seja usa o segundo nome da Bruna para enganar o homem.

 

Até então tudo isso o Miguel ficou em aula remota, mas com a matrícula da Escola de Paraí. Na metade de Abril o casal sai de Porto Alegre para morar em Imbé.

 

Quem ajuda a Yasmin para se mudar, bancando tudo, arrumando lugar e alugando apartamento foi o Tadeu. Um homem que a Yasmin mantinha um relacionamento desde 2019.

 

Ambas intitularam um apelido para o Tadeu que era banco. Tadeu ajudava bastante Yasmin porque tinha pena da criança e inclusive conhecia o menino, já que umas vezes os três saiam juntos. Tadeu Yasmin e Miguel.

 

O banco fazia compras semanais, fazia compras de roupas, compras do que era necessário. E esse aluguel do local é alugado por Tadeu. Onde os donos eram um casal de idosos. A proprietária conhecida como dona Jura.

 

Foi no dia 30 de Abril Miguel foi transferido de escola na cidade de Imbé, Yasmin o matriculou nas aulas remotas alegando que o filho tinha asma. Nunca foi visto pelos profissionais de educação da nova escola.

 

Morando em Imbé Miguel passou a ter uma vida extremamente difícil. Sem ter acesso ao celular, nem mesmo nenhum contato com qualquer pessoa que não fosse Yasmin e Bruna.

 

Na casa da dona Jura era apenas um cômodo que se estendia cozinha, banheiro e sala. E depois apenas 1 quarto. Não tinha porta e possuía uma cortina. Quando Tadeu ia na casa, para não saber que Bruna ali estava.

 

A namorada de Yasmin se escondia atrás da cortina junto com Miguel enquanto Tadeu e a mãe da criança mantinham relações no outro cômodo.

 


Em Imbé no mês de Maio a Yasmin começa a trabalhar em um restaurante para cobrir férias de uma das proprietárias do estabelecimento. Ela saia as 8 da manhã e retornava em torno das 5 e meia da tarde.

 

Mas nesse emprego ela fica até metade de Maio. Depois passou a fazer faxina na casa de uma pessoa e outra. Mas ela mantinha o contato com o Tadeu afinal ele era o banco.

 

Enquanto isso o Miguel ficava com a Bruna. Esse era o acordo entre o casal. Mas detalhe que as duas poderiam trabalhar, mas a Yasmin alegava que por conta da asma era melhor ficar cem casa. E a Bruna cuidaria do menino e faria as atividades com ele.

 

As atividades a Yasmin pegavam os materiais impressos a cada 15 dias, então o menino não tinha acesso a internet.

 

No fim de Maio as saídas com o Tadeu se intensificaram porque a esposa do Tadeu foi cuidar dos pais em o Tadeu estava bem disponível.

 

A Yasmin passou a chegar mais tarde, mas a culpa era do Tadeu, afinal segundo ela o Tadeu não era fácil. E mais ou menos em junho as duas tem uma briga feia justamente por conta do Tadeu.

 

Que não fazia ideia do namoro de ambas. A briga foi feia e a dona Jura que é proprietária do estabelecimento precisou intervir.

 

Briga essa que ocorreu pelo fato de Bruna descobrir que Yasmin tinha uma relação sexual com Tadeu. Segundo o combinado das duas Yasmin só podia sair com o Tadeu para lhe fazer companhia e claro continuar sendo o Banco.

 

Enquanto tudo isso acontecia entre as duas o menino Miguel era o saco de pancadas das duas mulheres.  Que não o deixavam o menino falar com a avó para que esta não visse o menino com marcas das agressões.

 

O menino era privado de sair, proibido de se alimentar. Os castigos a troco de nada, simplesmente por existir levavam as duas a manter ele trancado dentro do roupeiro.

 


Mas as duas Yasmin e Bruna saiam de casa, se divertiam enquanto o guri de 7 anos ficava trancado no roupeiro. Não gritava para pedir ajuda, pois tinha medo de apanhar ainda mais do que já estava apanhando. Agora que poderia ser outro motivo para que Miguel ficasse em silêncio talvez sonífero. 

 

O menino era amarrado em corrente, uma corrente de cachorro comprado pela própria Yasmin. Corrente essa que depois a Yasmin alega que comprou pra agradar a Bruna que tinha um gosto mais de amarrar as pessoas. Um fetiche com corrente.

 

Mas na verdade era maldade mesmo pra amarrar o pequeno menino de 7 anos. que ainda usavam cadeado. Como as surras eram bastante violentas o menino nem ousava desobedecer, ficava ali quietinho na mesma posição onde só podia ir no banheiro quando lhe é permitido.

 

Quando ele não aguentava mais e fazia xixi ou cocô ali dentro ele apanhava da mãe e madrasta. Que ligavam o som para abafar a voz do garoto. Geralmente ele ficava ou dentro do armário trancado.

 

Outras vezes trancado em um poço de luz, atrás do box do banheiro. Que era escuro, frio e húmido. O local não tinha ventilação. Foi assim que Miguel foi perdendo peso e se degradando dia após dia. O castigo além de físico se estendia até ao abalo emocional.



No caderno do menino Yasmin escrevia frases com letras separadas para que o menino lê-se e repetisse a escrita. As frases eram:

EU SOU CRUEL

EU NÃO MEREÇO A MÃE QUE EU TENHO

EU SOU RUIM

EU SOU LADRÃO

EU SOU UM IDIOTA


Na primeira pousada o casal de idosos donos da propriedade, poucas vezes viram o pequeno Miguel, e quando o viram perceberam que o menino não era tão ativo e bastante quieto.

 

Era mantido trancado no pequeno apartamento, só pegou sol depois que a proprietária comentou que o menino estava muito pálido. Mas esse sol era pego por pouco tempo e bem rapidamente.

 

Sempre com a desculpa da asma, para que ninguém o visse e nem percebesse as torturas que Miguel enfrentava.

 

Foi neste apartamento que bateram a foto do menino sentado na cama, com um livro aberto. Se percebe na foto que elas ainda trataram no fotoshop o menino muito magro, pálido e com olheiras sem usar os óculos, acessório que o menino frequentemente usava.

 

Nessa pousada ainda que foi gravado o vídeo do menino trancado no guarda roupas, é possível perceber a voz do menino com a fala já arrastada e fraca, apresentava bastante dificuldade para articular as palavras.

 

Durante a gravação ele está fraco dentro do roupeiro, quando Bruna fala com ele ameaçando o menino de quebrar ele tudo se ele fizesse xixi dentro do roupeiro enquanto estava trancado.

 


Segundo o Miguel fazia algumas coisas para chamar atenção da mãe para que ela voltasse a amar ele de novo. Isso porque dias antes ele havia feito cocô e espalhado nos móveis da casa, para a mãe perceber ele.

 

Mas na verdade o menino era privado de higiene, só podia tomar banho de vez enquanto, ir ao banheiro quando lhe era permitido, por isso tantas vezes ele urinava de defecava dentro do armário.

 

Bem como não tinha acesso a médico e tratamento de saúde. Yasmin chegava a comprar guloseimas e mostrar para o menino para provocar, todas as delicias não eram permitidas ao menino comer.

 

Depois de comer tudo na frente do filho ela ainda o agredia bastante, tanto que vivia cheio de hematomas no corpinho branco.

 

No casamento entre Yasmin e Bruna o romance rolava solto, eram juras de amor eterno, cartas e bilhetes de amor que Yasmin escrevia para Bruna, pois o sonho dela era ter uma família.

 

Ocorria algo estranho entre elas, em uma das cartas ela chama Bruna de Nathy, que segunda conta a Bruna era referente a filha que elas teriam e as vezes ela fazia a Bruna fazer voz de bebê.

 

Por outro lado, a Yasmin diz que a Bruna incorporava várias pessoas, que depois de um filme que assistiram a companheira assumia várias personalidades entre elas a Nathy que era uma menina de 2 anos, falava como criança.

 

Inclusive devido a quantidade de personalidades diferentes apresentadas, tanto Yasmin quanto o menino Miguel acompanham a Bruna para profissionais da saúde que por fim chega a possibilidade de um diagnóstico de autismo.

 


Mas que também poderia ser uma situação criada pela imaginação da própria Bruna. Resumidamente a Bruna companheira de Yasmin tinha assistência médica, enquanto o menino Miguel morria aos poucos de tanta perca de peso.

 

Enquanto isso quem bancava comida e demais coisas era o próprio Tadeu, que fazia questão de comprar produtos para pessoas com intolerância a lactose. Mas na verdade o menino estava em péssimo estado.

 

Quanto as aulas o Miguel continuava a fazer as aulas com material impresso, sem acesso a internet e o próprio vídeo game que o avô de Miguel deu elas também venderam. Ou seja, o menino não tinha nenhuma diversão, afinal sem vídeo game, trancado e sem brinquedo.

 

Pelo dia 16 de Julho se intensificaram essas agressões e o menino come cada vez menos. Era fornecido a ele uma refeição ao dia, no máximo duas refeições. Onde ele era amarrado com as mãos para trás. Na hora que ele comia tinha o tempo de 10 minutos para comer daquele jeito e ainda trancado.

 

A Yasmin presentei a Bruna com um gato que é chamado por eles de Thor, esse gato era bem cuidado e muito bem tratado, inclusive uma preocupação constante com esse gato.

 

Mas ela dá o gato escondido da dona da pousada que não permitia animais no local. Agora o gato tinha outro tratamento, que por sinal era mais bem cuidado do que eu. E muito mais cuidado que o próprio Miguel.

 

Fato esse que dona Jura acaba descobrindo depois. Sendo assim ela pede para que se retirem da pousada.

 


O Tadeu a ultima vez que viu o Miguel achou o menino muito branco e ainda falou que deveriam levar o menino para pegar sol. Mas Yasmin diz que o filho era dela e sendo assim ela faria o que era queria.

 

No último mês de moradia antes dos fatos eles haviam mudado de moradia, todos passam a morar em outro local que era uma pousada da Kelly. Que ficava mais perto do centro.

 

Onde ele ficou ainda mais horas privado dentro do roupeiro, onde era feito xixi e cocô, depois era obrigado a limpar tudo. Além dos castigos cada vez maior. Talvez Miguel ainda tivesse a esperança de sair daquele local e ir morar com a avó.

 

O maior entretenimento das duas mulheres era castigar Miguel. Era como se fosse um saco de pancadas das duas. Afinal a vida delas não era boa por conta do incomodo que atrapalhava a prosperidade do casal.

 

A Yasmin chegou a pedir pra própria mãe no caso avó de Miguel que ficasse com o menino, apesar do baixo peso e o pedido da avó em querer a guarda assinada perante a justiça.

 

Enquanto isso a esperança de Miguel continuar vivo era a assinatura judicial perante a juízo e sair do convívio das duas mulheres.

 

Quanto a baixa de peso que passou a ser preocupante para Yasmin que comprou mamadeira para fazer o menino engordar para entrega-lo a avó.  Ambos na esperança do documento judicial sair.

 

Só pra lembrar que a policlínica da atual pousada onde eles moravam ficava a 250 metros.

 

A relação sexual entre as duas ocorria no quarto com o Miguel trancado no roupeiro onde a porta era trancada assegurada por um cabo de vassoura. Isso mesmo!

 

O menino ouvindo tudo que ali acontecia. Inclusive elas filmavam a tortura psicológica, onde o menino aparece no roupeiro sendo intimidado.

 

Neste mesmo dia 26, Yasmin da banho no Miguel, depois pega o filho no colo e coloca no sofá e envolve com fita isolante a boca e cabeça para que ele parasse de gritar. Depois enfia a menino dentro do roupeiro.

 


Mas o Miguel não parava quieto. Então ela tira ele do armário e bate com a cabeça do menino na parede e na caixa acoplada do vaso sanitário que acaba quebrando.  O menino é colocado dentro do roupeiro.

 

Visto que ele começou a gritar em busca de ajuda, Yasmin coloca leite e remédio fluoxetina da Bruna em uma seringa, deita o menino no chão e coloca na boca do menino. Só que tudo sai pelo nariz.

 

Como começou a vazar água do banheiro elas chamam a dona da pousada, que vai até o local junto ao marido e o irmão para arrumarem o vazamento.

 

A casa estava arrumada, na mesa havia comida e tudo arrumado. O menino estava trancado na caixa de luz e ninguém viu, inclusive quando foram instalar a internet.

 

Afinal o menino ficava também trancada no poço de luz. Então para ficar bem claro a situação do Miguel. Ele era impedido de comer, trancado por horas, urinada e defecava na roupa. Pois não podia ir ao banheiro.

 

Não conseguindo segurar o funcionamento do próprio organismo era espancado por esse motivo. A caixa de luz ficava dentro do banheiro. Um local úmido, frio e sem ventilação.

 

Enquanto ele era deixado ali as duas saiam para se divertir, passear inclusive durante a noite. Além de depois novamente ser agredido. Durante 3 meses em Imbé ele foi visto apenas 2 vezes. Não tiravam ele de casa para que ninguém o visse machucado. 


Dia 27 o menino já fraquinho quase morrendo a Yasmin sai pra comprar uma bota de 270,00. Era o auge da fraqueza do Miguel, ele não conseguia mais comer, estava desesperado, chorava e gritava, algumas pessoas diziam ouvir gatos miando. A parti daí elas não alimentam mais o menino.

 

No dia seguinte Yasmin pede para que Tadeu comprasse AS infantil e fluxetinha, mas era impossível el comprar tal remédio que era somente possível comprar com receita médica, afinal é um remédio controlado.

 

No dia 28 Miguel estava extremamente fraco, debilitado, mal conseguia falar.  Por fim no dia seguinte as 9 horas da manhã o menino fala a última coisa: MAMÃE. Miguel desiste de viver, não se expressa,

 

Na madrugada de 28 de julho de 2021, noite considerada mais fria do ano Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues entre as 20:00 deu remédios de Fluxeotina que eram da Bruna para o filho Miguel. 


Nesse momento ocorre  loucura das duas. Segundo a versão de Yasmin quando viu o filho estava morto. E segundo a Bruna Yasmin estava incorporada num exu do Lodo.

 

E depois incorporada em outra entidade, Bruna alertou a entidade que Miguel ia morrer, mas a entidade disse que não iria morrer mas que ele iria levar um castigo. Uma ré algo assim.

 

Só que se estima que foi entre as 8 da noite as 11 que elas percebem que Miguel não tinha mais vida. O menino não apresentava batimentos cardíacos e estava gelado.

 

 Visto que a criança havia falecido e elas precisavam viver aquele amor, aquele amor doce e puro. Pensam em ocultar o corpo. Mas como né? Elas tem uma ideia de jogar o menino no rio.

 


Assim a água do rio desemboca no mar e não fica nenhuma prova. Para isso precisavam tirar o menino da pousada.

 

Então o que ambas fazem é colocar Miguel dentro da mala. Ao que tudo indica quem o coloca na mala é a própria mãe do menino a Yasmin.

 

Dai vocês podem ver a foto que vou colocar aqui e pensar como uma criança de 7 anos caberia naquela mala, porém essa criança estava pesando somente 15 quilos.

 

E a Yasmin quebrou a perna do garoto para caber ali dentro, segundo ela teve muito cuidado com a cabeça do menino pra não machucar. Olha que mãe cuidadosa!

 


Porém, o que acontece é que ela coloca o corpo de um jeito para facilitar na hora de jogar o corpo no rio. Porque é isso mesmo que elas fazem. Era uma semana onde os termômetros variavam entre 5 e 10 graus e o rio estava muito cheio.


Em torno das 24:00 noite elas saem em direção ao Rio Tramandaí. Yasmin segurando a mala e Bruna acompanhando. Elas pegam um caminho onde não era a estrada principal.

 

Isso para evitarem de serem vistas. Da pousada que elas estavam até no local do Rio era em torno de umas 10 quadras.

 

Ao chegar no Rio a Bruna para um pouco antes da beirada, enquanto Yasmin chega bem perto das Águas abre a mala e o corpo desce rolando até ser levado pela correnteza.

 

Nesse dia estava um tempo bem peculiar e o Rio estava bem cheio, foi assim que o Miguel se foi. Para dentro do mar e até hoje o corpo nunca foi encontrado. Elas retornam pra casa e no caminho deixam a mala em uma lixeira na frente de uma casa de veraneio.

 


Ao chegar em casa em torno das 2:00 da manhã elas não dormem. Durante esse período Yasmin faz algumas pesquisas na internet. Como por exemplo se a digital sai na água. No dia seguinte Yasmim manda mensagem para Bruna:

-Bom dia gatinha

Bruna responde:

- Bom dia

Daí a desnaturada da mãe responde:

-Já nasceu o sol na fazendinha

 

Que fazendinha gente? Que fazendinha? O mundo está do avesso não é possível. Na noite anterior ela mata o filho depois vem com essa do sol nascer na fazendinha. Foram para o mercado fazer compras no mercado comprar umas coisas

 

Durante o dia elas fazem uma limpeza na casa, que segundo a Bruna não era uma limpeza espiritual, mas usaram ... A noite do dia 29 de julho de 2021, exatamente um dia após a morte de Miguel, Yasmin liga para a Brigada militar no 190. 


Logo ela pergunta como registrar o desaparecimento, mas já se demonstra fria.

 

Assim ela vai até a delegacia registrar o desaparecimento do filho. Ambas extremamente fria. E informa aos policiais que viu pela internet que o registro só se faz depois de 24 horas. Informação essa que não procede.

 

Na delegacia a principio Bruna em silêncio, Yasmin alega que o filho foi levar o lixo na rua e desapareceu. Mas as atitudes dela era como se nada existisse.

 

Alegou que o filho já havia desaparecido a dois dias, mas que ainda não havia procurado a polícia porque pesquisou no Google e viu que teria que aguardar 48h. E começou a apresentar uma série de contradições, o que levou desconfiança da Brigada Militar e Polícia Civil", disse o delegado

 

A polícia registra o desaparecimento, fazem perguntas que Yasmin respondia a maioria das questões. Por algum momento a Bruna dizia coisas sem contexto, Miguel mala... mala rio...

 

E os policiais sem entender nada, só achavam a Bruna que aprecia ser meia fora do eixo de uma pessoa que se diz normal. Eles seguem para o apartamento das mulheres com ambas juntas na viatura.

 

Os policiais perguntavam no caminho um pouco mais sobre o Menino Miguel. Que continuava a dizer que o menino desapareceu.

 

Ao chegar na pousada e pedirem para entrar no local a Yasmin começa a não querer que eles entrem no local, pois não tinham autorização para adentrar no apartamento.

 

É chamado o chaveiro para abrir a porta e todos vão em busca para encontrar o menino Miguel. A casa totalmente arrevirada e muito suja. A Kelly proprietária percebeu que diferente do dia que entrou da ocasião do vazamento.

 


A Yasmin passa a ter uma crise de ódio e avança num policial impedido-os de entrar. O policial tenta parar a mulher e usou de força para conte-la. Acabando por machucando o dedo dela e a atuando em prisão em flagrante.

 

Temendo a descoberta da verdadeira história ou sabe-se lá com qual intensão ou sem intensão Bruna continua com o Miguel mala... mala rio...

 

Os policiais totalmente desesperados querendo encontrar Miguel, passaram a buscar em meio a casa arrevirada o garoto. E nada do menino, apertaram as perguntas sobre Miguel.

 

Foi assim que Yasmin conta que agredia o filho, que ele era mantido trancado e acorrentado e que havia colocado o filho que estava morto dentro da mala. Eles não acreditavam.

 

Como um menino caberia em uma mala, ela conta que ele pesava 15 quilos. Que havia jogado o filho no rio.

 

A casa não tinha higiene. Eles encontram um tênis molhado ao lado da geladeira, acham o poço de luz, que só continham uma mantinha no chão.

 

No local a polícia averiguou que não havia alimentos sem lactose, somente bolachas recheadas que a Bruna comia, não tinha alimentos saudáveis. Brinquedos tinha 3 no máximo. Que eram carrinhos pequenos.

 

A polícia encontra uma camiseta suja de sangue, bem como a corrente de cachorro com sangue dentro do lixo do banheiro.

 


Bem como a mochila escolar com os cadernos. Com aquelas frases de desamor que mostrei a vocês. A polícia também encontra as cartas de amor trocadas entre ambas de muito AMOR.

 

E a vontade de ambas em terem uma filha através de inseminação artificial. Pois era o sonho da Yasmin ter uma família com a Bruna, mas obviamente o Miguel não fazia parte dessa família sonhada pela Yasmin.

 

Ao voltar para delegacia cada uma foi em viaturas diferentes, onde foi apreendido os celulares de ambas. Cada uma em uma viatura elas fazem o percurso por onde andaram com o menino na mala.

 

Ambas passaram pelo mesmo caminho, mesmo separadas. A Bruna dizia que o menino já estava morto no apartamento, mas pouco falava.

 

Depois se confere que as pesquisas feitas eram sobre se as digitais saiam na água, jamais pesquisou sobre quanto ao registro de desaparecimento depois de 48 horas.

 

Delegado Antônio Carlos Ractz que ouviu os primeiros depoimentos de Yasmin depois de ter aguardado a reunião dela com o primeiro advogado, nessa fala Yasmin deixa bem claro que ela jogou o filho no rio.

 

Ao ser questionada se o menino estava vivo ou morto, ela responde que não era médica para constatar tal afirmação. Mas deixou claro que Bruna nada tinha haver com aquilo. A todo momento ela queria proteger a companheira.

 

E logo conta que pesava a mão com o filho porque o menino não era obediente, que ele incomodava e que ela estava aguardando a assinatura sair da justiça para entregar Miguel para sua mãe.

 

Também contou que trancava o menino no roupeiro e na caixa de luz. E que o menino era alimentado por bolacha traquinas.

 

Assim a Yasmin presa na delegacia o delegado ainda a questiona sobre onde estaria Miguel, ela continua afirmando que jogou o filho no rio. Mas que a Bruna não tinha feito nada, que só falaria mais se a Bruna não fosse presa.

 


Ambas as mulheres demonstravam muita preocupação demais, sabem com o que? O gato! O gato elas estavam desesperadas se acontecesse algo com o gato. Que no fim o delegado leva o gato pra casa. Um dia depois, a prisão foi convertida em preventiva e ela foi encaminhada ao Presídio de Torres.

 

O delegado desconfiou das atitudes de Bruna Nathiele Porto da Rosa, que ela teria algum problema e não tinha até então prova para prende-la. Ela é encaminhada a um abrigo para não ser linchada. Lá ela ingere shampoo para tentar contra a própria vida. Assim ela é enviada para policlínica.

 

O delegado também tem a atitude de chamar um psiquiatra renomado para avaliar a Bruna, afinal ele a achava estranha, com atitudes estranhas como se fosse incapaz de responder alguma coisa. O médico a avalia e não percebe nada que representasse qualquer doença mental.

 

O delegado olha a galeria de fotos e se depara com foto do Miguel debilitado e vídeos que era torturado. E é ali que ele percebe também que a Bruna não tinha inocência nenhuma, realmente nenhuma doença.

 

Era maldade mesmo, ruindade, falta de caráter. No vídeo fica claro e muito claro a tortura psicológica em cima do menino e não ter tirado o menino daquele lugar. Porque a Bruna tamanho tem e é adulta o suficiente para ter evitado a morte d e Miguel. Mas na verdade participou de toda tortura.

 

A Bruna dizia que gostava do Miguel, era espectadora de tudo, confirma que o menino foi morto dentro do apartamento.

 


Vendo o vídeo e o relato médico. Bruna Nathiele Porto da Rosa, também foi denunciada pelos mesmos crimes, respondendo por homicídio, tortura e ocultação de cadáver. o delegado consegue o mandado de prisão também para Bruna. Ambas ficam na mesma penitenciária.

 

 Desde o registro de desaparecimento de Miguel, os bombeiros fizeram buscas no Rio Tramandaí à procura do corpo do menino. Foram usadas motos-aquáticas, botes, lanchas e um drone para identificar os locais de mais difícil acesso.

 

Como havia bastante mata e vegetação costeira, que dificultavam as buscas, foi convocada a Equipe de Mergulho. Foram disparados alertas às embarcações para que ficassem atentas a algum sinal do corpo do garoto no mar. Os bombeiros fizeram varreduras nas praias e nas orlas de Capão da Canoa e Torres.

 

 Após acesso e avaliação de imagens de câmera de segurança, a polícia divulgou os vídeos que mostram Yasmin e Bruna caminhando por ruas de Imbé, carregando uma mala. Em um dos registros elas são identificadas fazendo o percurso contrário ao caminhado, porém, já sem a mala em mãos.



A perícia confirmou que o DNA encontrado dentro da mala era de Miguel, bem como o sangue identificado em uma camiseta e em uma corrente.


A Polícia Civil teve acesso as pesquisas feitas pelo celular de Yasmin:

 

Dia 26 ela procura na internet "quando a criança começa a ter alucinação, o que significa?"

Dia 29 de julho "digitais humanas saem na água salgada do mar".

 

Para o promotor do caso, André Luiz Tarouco Pinto.

"Há elementos que dizem que elas estavam buscando constituir uma nova família. Mas aquela criança não faria parte dessa nova família.

 

Em 11 de janeiro de 2022, houve a sentença de pronúncia de Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, e a companheira dela, Bruna Nathiele Porto da Rosa.

 

O julgamento da mãe e da madrasta de Miguel dos Santos Rodrigues pela morte da criança começou dia 4 de Abril no Salão do Júri do Foro da Comarca de Tramandaí, Litoral Norte do RS.


Durou 3 períodos de dois dias. Primeiramente teve o depoimento do delegado que fez papel de pai e mãe que o Miguel não teve.

 


Os dois policiais que atenderam a ocorrência o primeiro Jeferson Segatto e depois Ben Hur. Ambos militares foram testemunhas do ministério público. Esclareceram todo o procedimento que tomaram no dia que as mulheres se apresentaram na delegacia.

 

Deixando bem claro que toda equipe policial trabalhou e muito bem no caso. No julgamento era possível ver o quanto eles ficaram abalados com o caso do Miguel. Que praticamente morreu de fome, sem socorro e sendo agredido de toda forma.

 

A Yasmin foi ouvida primeiro mas respondeu somente as questões dos próprios advogados. A Yasmin era um teatro mal ensaiado. Falava que queria que a polícia encontrasse o corpo do filho. Falava calmamente, parecia um anjo na terra, uma fala passiva, voz baixa, uma coitada.

 

Segundo ela ainda depois de ter jogado o filho no rio foi pra casa. Estava fora de si, dai muito nervosa tomou um chá, dormiu sonhou com Miguel. Acordou num berreiro que queria ver o menino e teve um pesadelo. Do qual Bruna diz que não foi pesadelo que tudo havia acontecido de verdade.

 


Mas que fez tudo o que fez porque era induzida pela Bruna mas que queria ser condenada pra pagar o erro que fez. Chorou sem lágrimas. A Bruna respondeu as perguntas de todos, comeu durante o julgamento, afinal ela tinha fome.

 

Os advogados de defesa tanto de Bruna como de Yasmin trabalharam muito bem, tentaram trazer a versão das suas clientes, tentaram clarificar o ocorrido. As famílias das acusadas não foram ouvidas.

 


O ministério público fez um discurso extremamente triste e é possível verificar o quanto buscavam uma justiça pelo menino Miguel.

 Yasmin, foi condenada a 57 anos, 1 mês e 10 dias de prisão. Já a madrasta, Bruna, foi condenada a 51 anos, 1 mês e 20 dias de prisão pela morte de Miguel

 

Mas de tudo isso, de todo esse caso! É que uma coisa é certa! nunca encontraram o corpo do menino de 7 anos chamado Miguel.


Menino este que foi negado pelo pai, mal amado pela mãe, não foi visto, ninguém se importou. O menino que morreu por agressão, por medicamento impróprio, por negligência, por maldade, por ruindade. 


O menino tratado com descaso, onde um gato tinha mais peso e recebia amor e comida, Miguel que com 7 anos pesava 15 quilos. Acorrentado, destratado, humilhado, vivia no escuro, sem se mexer, sem brinquedo, sem escola, sem colegas, sem amigos, sem ninguém. 


Havia consigo um peso pesado em sua alma chamado tristeza. A tristeza de ser tratado com desprezo pela própria mãe. Alma que desistiu de viver, alma que não teve força e voz pra pedir socorro. Afinal aquela que deveria proteger foi sua pior companhia.


Mulher esta que sem dó nem piedade viu o filho morrendo dia após dia e fez questão de simplesmente entrega-los as águas. Ah as águas elemento lindo da natureza. Elemento que lava e limpa! Elemento que cobre grande parte do planeta Terra. 


Elemento Água que acolheu Miguel. Grande mãe água que não o devolveu para a humanidade que se tornou desumana.

 

Referências:

https://diariogaucho.clicrbs.com.br/policia/noticia/2021/08/queria-ser-super-heroi-adorava-abracar-e-tinha-facilidade-para-aprender-a-historia-do-menino-miguel-desaparecido-ha-um-mes-20642660.html

 

Litoral na rede: https://www.youtube.com/watch?v=8FC3ylVj6Vw

 

Correio do Povo https://www.youtube.com/watch?v=tkHaYUV2MDY


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