CASO LARA MARIA

 CASO LARA MARIA

Fizemos um vídeo no nosso canal sobre esse caso. Te convido a assistir: 



O casal Luana Nascimento e Reginaldo de Oliveira se conheciam desde criança e sempre viveram na região de Campo Limpo Paulista, iniciaram o namoro ainda na adolescência.

 

Depois casaram e tiveram as três meninas, sendo a do meio Lara Maria Oliveira Nascimento nascida dia 13 de Março de 2010.

 


A família continuou morando em Campo Limpo Paulista em São Paulo. A família era humilde, mas muito unida. A mãe sempre muito afetiva com as 3 meninas, Yasmin, Lara e Isabela.

 

As irmãs se davam muito bem, eram amorosas umas com as outras. A Lara brincava com o pai que era muito rabugento, que tinha uma mentalidade de velho.

 

Era uma menina muito inteligente, comunicativa, linda e muito amada pela família. Embora muito novinha com apenas 12 anos, tinha um grande sonho de ser médica pediátrica.

 

Mas não seria qualquer médica, seria A MÉDICA. Segundo ela as mães que levassem os filhos para ela atender nem precisaria perguntar o que o filho teria.

 

Pois ela se tornaria uma excelente médica, além disso tinha um sonho de ter seu apartamento, morar na praia, onde a família poderia visita-la de vez enquanto.

 

Mas queria independência, era focada nisso, vaidosa acordava cedo todos os dias e por estudar no período matutino, tinha um horário imposto por ela mesma que era acordar as 5:00 da manhã.

 

Assim fazia todos os dias inclusive aos finais de semana. Acordava tomava banho, arrumava os cabelos, se arrumava e ia para a escola juntamente com a irmã Yasmin.

 

A mãe das meninas, a Luana é bem nova e era confeiteira, trabalhava fora e ainda fazia em casa fazia muitas coisas pra vender, bolos, salgadinhos e ela trabalhava bastante.

 

Mais ou menos no inicio de Fevereiro a Luana sai do serviço e passa a exercer a confeitaria em casa. Pra poder ficar mais com as meninas.

 

Caprichosa em sua profissão, não faltavam encomendas, a menina Lara adorava ajudar a mãe a decorar os bolos.

 

O aniversário da Lara era dia 13 de Março, mas a família resolveu fazer um bolo no dia que os familiares todos estivessem presentes.

 

Por isso, no dia 16 de março, a família acorda e tudo estava dentro da rotina, Lara acorda as 5 se arruma e vai pra escola.

 

Enquanto a Luana fazia bolo e os preparativos pra comemoração do aniversário da menina que seria naquele dia.

 


Tudo estava preparado menos a decoração do bolo que seria feito de tarde junto com a Lara que queria ajudar a mãe na decoração. Lara chega da escola exatamente 12:12.

 

O almoço feito pela mãe, aquele cheiro bom da comida de Luana. Logo ela disse que estava com fome, mas perguntou se tinha refrigerante. A mãe diz que não tinha e ela falou que iria na venda comprar.

 

A venda ficava 10 minutos de sua casa, era normal que a Lara fosse na venda comprar refrigerante pois era bem pertinho. A menina pediu pra mãe trocar de chinelo, pois ela não queria ir com o que ela estava no pé.

 

Era um chinelo novo e a estrada era de chão geralmente ela escorregava com o chinelo novo. Assim Lara trocou de roupa, pegou o dinheiro pegou o chinelo da mãe e foi.

 

Lara saiu tão feliz, afinal seria a comemoração do aniversário dela. 12:29 ela saiu em direção da venda da Suzana.

 

12: 47 a Luana se preocupou que a filha ainda não havia chegado. Saiu atrás da Lara, no alto do morro onde ela tinha visão do local não avistou a filha e ficou imobilizada.

 


Ela não conseguia dar um passo nem pra frente e nem pra trás. Ela sentiu algo tão ruim que ela nem sabia explicar. Retornou pra casa e pediu pras meninas irem atrás da irmã na venda.

 


As meninas foram e a Suzana informou que a Lara havia comprado o refrigerante e algumas balas e saiu.

 

As meninas retornam pra casa e informam a mãe o que a mulher da venda havia falado. Luana em total pânico já coloca a foto da Lara nas redes sociais, informando o desaparecimento da menina.

 

Bem como avisaram todos da família, foi onde a sobrinha da Luana vendo a tia desesperada, ficou responsável em ir até a delegacia registrar o desaparecimento de Lara. Isso ocorre por volta das 14:30 (2 e meia) da tarde.

 

As buscas começaram na casa de todos da redondeza. Mas a Luana achava que alguém havia raptado a menina, porque ela não ia na casa de ninguém.

 

Mesmo assim eles procuravam a Lara por tudo que era lugar e nada. O desespero da família foi aumentando cada vez mais.

 

A polícia foi até a casa da Lara de tardinha verificar o caso do desaparecimento, perguntaram sobre a rotina da menina, roupa que ela tinha saído de casa e foram solidários na busca de Lara.

 

As 19:40 havia mais de 1 milhão de compartilhamentos. O pessoal que estava procurando a Lara foram pra casa, já era tarde e começou a chover.

 


A Luana não pregava o olho a momento nenhum.

 

Ficava olhando pra porta e pra janela esperando que a filha entrasse na casa. Mas nada da menina, o pensamento de Luana é que se a filha estivesse viva daria jeito de voltar pra casa.

 

Mas infelizmente isso não aconteceu.

 

Assim no dia seguinte se espalhavam cada vez mais as notícias e Luana era entrevistada sobre o desaparecimento da filha, gravaram o desespero dela e essa mãe implorava para que:

 

Se alguém houvesse visto algo que denunciasse mesmo que de forma anônima, mas tinha gente ali que viu o sequestro, ouviu a entrevista, viu o desespero dela e não falou nada.

 

A polícia usou de cães farejadores, mas eles ficavam em volta da venda como se a menina não houvesse saído do estabelecimento de Suzana.

 

Dia 17 e 18 as buscas continuavam. Somente 3 dias após o desaparecimento, sendo já dia 19 de março de 2022 o corpo foi encontrado. Próximo de 12:30, Luana recebe uma ligação de uma moça que dizia que encontraram uma menina.

 

Um homem que passava numa estrada de chão, sentiu um forte cheiro e decidiu verificar no meio do pasto, percebeu que tinha um corpo jogado no meio do mato e pensou que era um manequim estragado que alguém houvesse jogado ali.

 

Falou que havia um corpo num terreno baldio, localizado na rua Daniela Perez, o nome da rua dado foi em homenagem a filha de Glória Perez, também assassinada cruelmente.

 

Esse local ficava uma área de mata no sentido oposto da casa da família de Lara. Na distância de 2 KM de onde Lara foi raptada. O corpo também foi colocado cal para acelerar a decomposição e não levantar cheiro.

 

Mas a moça em ligação disse e que não poderia afirmar que era Lara, pois o rosto estava irreconhecível. Foi quando a mãe perguntou como era a roupa da menina encontrada.

 


A moça descreveu que estava vestida com um shortinho cinza e uma blusa preta com rosa e estava calçada com 1 chinelo.

 

Era preciso reconhecer o corpo, a Luana e o marido vão até o local, de longe ela vê a sola do pé da filha e paralisou. Era possível sentir o cheiro de decomposição do corpo de longe.

 

A Luana caia no chão, não tinha força pra levantar, era socorrida pelos próprios jornalistas.

 

Ela não tinha coragem de chegar perto. Pediu ao policial que a poupasse daquela cena, tomada em total pânico. O pai da Lara conseguiu chegar perto do corpo.

 

Inclusive é ele que faz o reconhecimento do corpo. E ficou próximo da filha a todo momento.

 

O corpo foi encaminhado ao IML, mas não levaram o chinelo que estava calçando. Foi constatado que ele deu 3 marteladas na face da Lara e outro golpe de martelo na nuca da menina.

 

Além disso cometeu atos libidinosos contra a criança, como o corpo estava em estado de decomposição avançado não foi possível constatar se ele cometeu um ato sexual contra Lara Mara.

 

O laudo nesse sentido ficou inconclusivo. Mas a morte foi causada por traumatismo neuro cefálico. A roupa na frente não tinha mancha de sangue, pouca coisa atrás.   

 

A Luana volta ao local onde foi encontrando o corpo da filha e verificou que os dois chinelos que a menina usava no local.

 

Dia 22 de Março que o delegado de Jundiaí Rafael Diório, foi até a casa de Luana que foi levada até a delegacia para responder todos os questionamentos dos profissionais da investigação.

 

A Luana começou a prestar os depoimentos as 2 e meia da tarde até 10 da noite, em profundo pesar, tristeza e desespero. A principio ela já sabia que a filha foi assassinada e nada mais.

 

No dia seguinte a Luana e familiares acabam vendo através de noticiários de Tv a foto do suspeito do assassinato de Lara, que era um homem chamado Wellington Galindo de Queiroz.

 


A Luana por sua vez ligou pra delegacia pra entender aquela situação porque ela própria não sabia que havia suspeitos, a polícia vai até a casa dela para fazer perguntas.

 

Tudo era em volta se ela ou familiares conheciam o suspeito ou se já o haviam visto. Mas ninguém nunca nem viu o tal do homem.

 

Assim a policia que havia verificado mais de 5 mil imagens de segurança, perceberam que uma dessas imagens havia um homem que parou o carro bem na hora que Lara havia estado fora de casa.

 

As camêras de uma vizinha captaram o momento que Lara passava na estrada em ida a venda, logo o carro que parece um pegout 206 cinza e o carro faz a volta a esquina e para.

 

Dando a impressão que ele espera o retorno da criança, que de fato vai ao mercado e volta. E nessa volta de Lara ela atravessa a rua porque estava vindo um ônibus, ela passa pelo carro.

 

O homem fala algo para a menina que imediatamente tenta correr, mas ele corre atrás dela, pega a Lara pelo pescoço com o braço e joga a menina dentro do carro. pela a Lara pelo foi sequestrada. Ela foi até o mercado e na volta pra casa foi raptada.

 

Através dessa imagem eles chegam até a identidade do suposto assassino. Do qual a polícia faz contato por telefone, pedindo que ele se apresentasse a delegacia.

 

Mas ao receber a ligação ele pergunta quem era o delegado. Mas não se apresenta na delegacia. Saindo a prisão temporária por 30 dias.

 

Sendo assim ele era procurado somente dentro do estado de São Paulo, mas não foi encontrado. Passou a ser considerado como foragido.

 

Sabendo que era acusado ele manda mensagem por uma mulher chamada Bárbara para contar que ele estava sendo acusado de um crime, mas que caso perguntassem algo pra ela. Que ela deveria dizer que ainda estavam juntos.

 

O carro de Wellington quando foi encontrado já havia sido lavado por 3 vezes dentro do veículo e estava no nome de uma mulher chamada Bárbara.

 

Que ela havia vendido o carro e não fez transferência para o comprador e não conhecia o Wellington, mas na verdade ele morava com essa mulher. Mas que nos últimos tempos não estavam mais juntos.

 

Essa casa que eles moraram juntos por um tempo, ficava próximo de onde foi encontrado o corpo de Lara. Inclusive nessa casa eles encontram um buraco debaixo da mesa.

 


A policia descobre que Wellington 3 dias após o desaparecimento de Lara ele vai até a Lan house, e limita as visualizações do facebook. Também faz uma ligação para um cliente cobrando em torno de 380,00.

 

A Luana vendo a foto do suposto criminoso, sentia que a filha havia sido sequestrada para que o Wellington cometesse abuso sexual, ela vivia falando isso pro delegado.

 

Mas o delegado pedia para ela ter calma, que talvez ela estivesse tendo essa impressão pelo próprio desespero.

 

A Luana consegue ajuda de dois peritos particulares, mas que ajudaram ela sem cobrar, os dois investigaram a ficha criminal do Wellington e descobriram que ele tinha um histórico bem sujo.

 

Do qual ainda em menor idade o homem havia cometido dois estupros, depois já adulto estuprou uma menina de 14 anos do qual ele cumpriu pena em Pernambuco.

 

Recebeu liberdade em 2021. Pai de 3 meninas e 1 menino, ou seja pai de 4 filhos.

 

Ele também tinha passagens por tráfico de drogas, crime contra patrimônio, associação criminosa e receptação.

 

Wellington Galindo é natural de Pernambuco e também tinha passagem por roubo, mas tudo isso não foi o suficiente para que ele fosse mantido preso, assim ele sai do estado dele vai pra São Paulo.

 


Assim que chega em São Paulo ele cai morar em Santo André numa chácara. Quem arruma esse local pra ele morar é o cunhado dele. Esposo da irmã Aline que já morava em São Paulo.

 

O cunhado de Wellington tinha uma empresa de reforma de lanterna de carro, ele que era mais conhecido conversou com o proprietário que cede o local para Wellington morar nesse local.

 

Ele trabalhava com o cunhado até as 4 da tarde, depois a noite era vendedor ambulante nos sinais de trânsito, junto com o pai dele.

 

Wellington estava sempre bem arrumado e perfumado, além disso era mal educado. E quando estava com mulheres pela casa ser muito pequena e ter só um quarto e cozinha.

 

O pai de Wellington dormia junto com os animais da chácara, num rancho.

 

Quase 1 ano morando nessa chácara ele se muda para outro endereço, já com 42 anos. Depois passou a ser vendedor ambulante nos mercados do interior.

 

Ele ia de moto emprestada do cunhado e só depois que usava o carro que estava no nome da ex namorada.

 

É nessa casa que a polícia encontra o buraco no chão debaixo da mesa.

 

A essa altura das investigações e a cara de Luana estampada nas mídias as pessoas começaram a levantar conversas bastante maldosas. Como por exemplo:

 

Que Luana poderia ser amante de Wellington, que a família poderia estar envolvida de alguma forma com o assassino, o que levou esse anjo a cometer o crime e tudo isso foi mudando o rumo das investigações.

 

A dona da venda onde Lara foi e que a Suzana que atendeu também era um pouco confusa, a menina havia saído de casa com 11 reais e ela informa que a menina apareceu na venda com 15 reais.

 

Outra coisa que chamou atenção foi ela ter dito que a Lara comprou 1 Guaraná e 1 real de bala de café, porém a Lara não tomava nem café preto nem café com leite.

 

Em algumas vezes a Suzana dizia que a Lara gostava muito de conversar com ela, que era inteligente falante. Outras vezes dizia que a Lara era quieta, na dela. Uma versão não batia com outra.

 

Também ela alega que não conhecia Wellington e nunca havia o visto, porém aquilo não era verdade. Pois Suzana já havia feito compras com ele para a venda por duas vezes.

 

Wellington vendia várias coisas como isqueiro, chinelo, chaveiros, atendia vários mercados na região, era com isso que ele trabalhava desde que foi solto.

 

Foi assim de cidade pequena em cidade que ele chega em Campo Limpo Paulista. Tanto que algumas pessoas o conheciam, já haviam visto ele em algum lugar. Mas até então ninguém havia falado que tinham presenciado algo.

 


Uma semana após o desaparecimento da Lara a Luana faz uma caminhada buscando justiça pela Lara. Eles fazem o trajeto por onde Lara passou, quando passam na frente da venda a Suzana nem vai na rua.

 

Suzana também sabia que tinha um homem que morava com a mãe que havia visto a menina ser sequestrada, mas em momento algum ela informa nem a polícia e nem a Luana.

 

Um outro suspeito que surgiu com tempo foi o próprio tio da Lara irmão do pai da menina que no dia do crime ele estava no período da saidinha. Ele estava em casa e junto com a esposa. Até que eles recebem a notícia do desaparecimento prontamente foi ajudar nas buscas.

 

E ajudou na busca de Lara até no ultimo dia, adorava a sobrinha a viu nascer e crescer. Mas o motivo dele de ser preso foi tráfico de drogas.

 

Depois de volta ao sistema penitenciária a notícia se espalha sobre ele estar envolvida de alguma forma no crime, chegou a sofrer represália. Foi onde ele buscou se justificar do que nem havia feito.

 

Chegou a escrever uma carta explicando que não tinha nenhum envolvimento com facção, nem dívidas e não conhecia Wellington.

 

Mas no dia 30 de Março esse homem se apresenta na delegacia como testemunha, informando que havia visto Wellington Galindo de Queiroz, pegando a menina pelo pescoço e jogando dentro do carro.

 

Mas segundo ele havia mais 2 homens com Wellington, um mais novo e outro mais velho. Porém até o momento a polícia não fala sobre esses outros 2 homens.

 


Mas que ele não falou e nem fez nada na hora, pois pensava que era o pai da menina. Esse mesmo homem viu e ouviu a Luana implorar no dia do desaparecimento em frente as câmeras que se alguém tivesse visto algo denunciasse nem que fosse de forma anônima.

 

A Luana foi atrás tanto da testemunha que se negava a falar muita coisa como também de Suzana a dona da venda, que também tentava não passar muitas informações. 

 


Os agentes de captura de São Paulo chegaram a ir até a casa do pai de Wellington seu Abrígio que chegou a ir em São Paulo depois de uma ligação do filho.

 

Durante a estadia no estado ele ficou na casa de Welligton, segundo ele para vender um sítio do filho, este que tinha um buraco no meio da casa. Mas seu Abrígio tinha um perfil duvidoso segundo as investigações.

 

Já que consumia conteúdo adulto, e muitos deles em relação incestuosa. A polícia suspeitava que o senhor havia ajudado na fuga de Wellington.

 

A mãe de Wellington também prestou entrevista, onde ela dizia que o filho era muito bom, muito maravilhoso, um inocente. Que ele já pagou o que devia com a sociedade.

 

Segundo essa mãe ele só foi pra São Paulo porque lá Wellington venderia mais do que em Pernambuco, que o que passou passou e que ele jamais faria algo contra alguém.

 

Que os filhos de Wellington estavam sentindo falta dele, mas que ela não estava tendo contato com o filho, mas tinha certeza que ele era inocente.

 

A Luana passou a ser ameaçada pelo Wellington e acabou se mudando de moradia, as meninas foram afastadas da escola e tendo auxilio de psicólogas.

 


A mãe da Luana avó de Lara acabou desenvolvendo um problema psicológico grave.

 

A família precisou deixar tudo pra trás e ter mais segurança, além disso a Luana não consegue mais trabalhar como antes, trabalha duas vezes por semana, sem condições de assumir compromisso.

 

O pai da Lara que tinha toxoplasmose acabou ficando cego de uma vista, depois do trauma da perca da filha.

 

Após 9 meses e 4 dias que saiu o mandato de prisão preventivo e o nome foi incluído na lista de procurados da Interpol.

 

Por fim 2 anos após o crime, a Polícia Federal recebeu informações sobre a possível presença do foragido na região Tríplice Fronteira.

 

Quando chegou à cidade paranaense, fixou residência, sobrevivendo através da realização de pequenos serviços manuais, utilizando o nome falso de Diego.

 

O que colaborou pra que agora em Março dia 21, em Foz do Iguaçu, no Paraná, próximo à região da Ponte Internacional da Amizade.


Ao ser abordado, Wellington se apresentou com nome falso, se apresentou como Diego Alves, falou que era da Bahia e que estava fazendo instalação elétrica em uma casa.

 


Assim ele foi encaminhando para a Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde confessou que fugiu de São Paulo para Foz do Iguaçu na intenção de ir para o Paraguai.

 

Assinou o mandado de prisão e passou por audiência de custódia dia 22, ou seja, no dia seguinte que foi capturado.

 

Foi encaminhado a São Paulo no palácio da Policia Federal, onde a Luana e os familiares estavam esperando a chegada de Wellington e foi bem triste.

 


A Luana se expressou como podia chorando e gritando a beira dos nervos, era amparada por entes queridos, ela estava muito nervosa, mas conseguiu a justiça pela filha Lara. ‘

 

Agora se espera a condenação de Wellington e a família ganha liberdade. Pois as meninas tinham pavor de sair de casa.

 

Esperamos que esse homem pague tudo o que fez e que os outros 2 homens se é que realmente estavam juntos que apareçam e a justiça seja feita.

 

Quem sabe teremos esclarecimento sobre o crime, já que são tantas coisas que ficaram em aberto. Motivação do crime e quem de fato deferiu golpes de martelo contra Lara.

 

A Luana mãe de Lara enfatizou que um alerta para as mães que cuidem bem de seus filhos, que ela perdeu a filha por 10 minutos e ficou sem a menina pro resto da vida.

 

Atualmente não tem mais como deixar a criança ou adolescente ir até na esquina sozinhos, afinal o mundo está doente. Luana continua em luta para ajudar outras mães que passam pela dor do luto de perder um filho.

 


Fica aqui meu abraço aos familiares da Lara Maria, que o universo os conceda a paz e força para dar continuidade na busca de seus ideais e tenho certeza que a Lara é uma grande estrela brilhante.

 

Referências

Site de notícias UOL: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/03/21/caso-lara-prisao-suspeito.htm

 

Canal do youtube: Lara por todos - https://www.youtube.com/@laramariaportodos2621

 

Globo: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2024/03/21/caso-lara-o-que-se-sabe-e-o-que-falta-esclarecer-sobre-o-desaparecimento-e-a-morte-da-adolescente-em-campo-limpo-paulista.ghtml

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