Como os irmãos Cravinhos se envolveram no crime com Suzane Von Richthofen

 Como os irmãos Cravinhos se envolveram no crime com Suzane Von Richthofen 

Fizemos um vídeo sobre essa parte II



Dia 3 de Novembro de 1983 nasce Suzane Louise Von Richthofen na cidade de São Paulo e quatro anos depois o segundo filho do casal Andreas Albert Von Richthofen, também nascido em são Paulo dia 03 de julho de 1987.


 

No ano de 1988 o esposo de Margot acabou falecendo deixando a mulher viúva pela terceira vez. A mesma passa a ter uma vida solitária. 

 

A família compra a mansão de Campo Belo, no Brooklin bairro nobre de São Paulo e muda-se somente no ano 2000. 


Porém continuavam indo no antigo endereço que moravam para pegar as correspondências, varrer folhas que caiam das árvores.

 

E nessa casa singela antes da mansão que é feita a entrevista tão polemica que Manfred prestou ao Jornal da Manhã.

Mas as coisas não eram bem assim tão margarina... mal sabiam os vizinhos o que aquela margarina derretia um pouquinho por dia.

 

Um pouco da personalidade de cada integrante da família VON RICHTHOFEN:

Manfred von Richthofen: o patriarca era fechado, costumava manter a frieza da cultura alemã, ditava regras rigorosas, guardando os domingos sem poder ligar tv ou abrir a casa. 



Os filhos só podiam ler ou estudar, trancados dentro de casa.

 

Rigoroso, mantinha a casa em total segurança, não gostava de conversar muito e nem mesmo abraçar os filhos, tocar nele ou dar abertura pra isso.

 

Bebia todos os dias wisque caros incluindo nos domingos pela manhã.

 

Marísia von Richthofen a psiquiatra era extremamente rigorosa tanto com a disciplina dos filhos, regras, estudos e com a casa. A rotatividade de funcionários era alta, ninguém fazia muito bem o serviço que ela queria.

 


Suzane von Richthofen Suzane viveu uma infância normal e recebeu ótima educação em casa e nas escolas que frequentou. 


Estudou no Colégio Humboldt, porém encerrado o ensino médio não conseguiu passar no vestibular da USP.


Recebia uma boa mesada, usufruía do dinheiro e não tinha preocupação em guarda. Tinha uma vida ao que se via de fora muito boa, o sonho de muita gente.

 

Mas tinha um vazio, a família não era tão carinhosa, tanto que quando recebeu um abraço de uma amiga em seu aniversário de 15 anos, pediu para que a moça nunca mais fizesse aquilo, pois se sentia desconfortável.


Andreas von Richthofen: Guri na dele, tímido e de poucos amigos. Gostava de ficar no quarto vendo televisão ou no computador, era muito educado com todos que trabalhavam na casa. Estudava dois idiomas e era faixa marrom de caratê.

 


Próximo do pai os dois dividiam algumas atividades e Andreas falava um pouco sobre sua rotina com o pai. Recebia uma boa mesada e guardava a maior parte do dinheiro. 


Ele estudava no Colégio Humboldt até o fim de 2001.

 

Quando passou a estudar no Colégio Vértice por decisão de seus pais, como Suzane havia se formado nessa mesma escola e não conseguiu passar no vestibular da USP, os pais decidiram trocar ele de escola.

 

É onde ele passa a estudar no Colégio Vértice, número um em aprovações no vestibular da USP.

 

A família falava mais de três idiomas, viajavam com frequência para o exterior. Tinham um padrão de vida alto.

 

Manfred recebia na estatal 11 mil reais mensais, mas tinha posses por causa da sua família. Marísia, que mantinha um consultório psiquiátrico, ganhava em torno de 20 mil reais em consultas. 



A fortuna de Manfred era avaliada em cerca de 11 milhões de reais.

 

Só a mentira várias vezes contada, uma hora ela se torna verdade... Manfred fazia questão de contar a heroica história do tal tio-avô Barão Vermelho, o filho Andreas super dedicado acaba se interessando pelas histórias, pelos aviões, pelo aeromodelismo.

 


Então todos acreditavam naquela história, naquela descendência, naquela cultura onde todos devem seguir regras bastante rígidas e assim obedecendo se tem tudo. Faz isso e ganha aquilo, uma moeda de troca. Assim eles foram ensinados e doutrinados.

 

Até que chega os irmãos CRAVINHOS na vida dos Richthofen

 

3 de julho de 1999, aniversário de 12 anos de Andreas, o menino é contemplado com um avião para aeromodelismo, porém o mesmo estava desmontado.

 

Foi quando a família margarina, como chamavam os vizinhos foram dar uma volta no Parque Ibirapuera, mas sem Suzane que ficou estudando alemão na cozinha da casa.

 

Lá procuram pelo melhor professor de aeromodelismo, logo indicaram Daniel, competidor de aeromodelismo que no momento estava fazendo o esporte.

 

O casal Richthofen pediu que Daniel montasse o avião, eles acertam o preço e o professor promete entregar no dia seguinte.

 

Visto que ali em diante o Andreas faria curso com Daniel a matriarca Marísia coloca a função de Suzane levar o irmão para o esporte aos domingos.

 

Quem leva Andreas no primeiro dia para o curso foi Manfred com Suzane, o próprio pai os apresentou. Daniel por sua vez começou a dar aulas de aeromodelismo para Andreas. 



Em pouco tempo, os dois ficaram muito próximos, se tornando melhores amigos.

 

Nesse período enquanto ainda eram férias eles iam até ao parque quase todos os dias. Eles andavam de bicicleta, até que Suzane comenta ter achado Daniel bonitinho e manda pelo irmão um bilhete.

 

A princípio a presença no clube de aeromodelismo Suzane se interessa por um guri que tinha namorada e foi rejeitada. 


Fica próxima de Daniel a partir de Agosto, no mês de Novembro em uma competição no interior que passaram a desenvolver um relacionamento.




Suzane nesse período com 16 anos e Daniel com 18, que já ajudava nas finanças da casa. No início de 2000 completavam 2 meses de namoro, onde se viam aos finais de semana.


Foi quando a família mudou-se para a nova casa.

 



A princípio os pais de Suzane não se preocuparam, pois acreditavam que seria passageiro.

 

Aquela fé que ninguém coloca no namoro de adolescente, só que os dois tinham uma paixão surreal, se divertiam juntos, Daniel tratava a Suzane normalmente, apaixonado ele cansava de dizer pra família e amigos que ela era a mulher da vida dele.

 

O quarto de Daniel era um templo onde caricaturas do casal preenchiam a parede, almofadas com a foto de Suzane, bem como um painel cheio da foto dele e de ambos juntos, na parede do quarto havia o outro amor de Daniel, um avião de aeromodelismo.

 

No início o próprio Manfred não se importava com a presença de Daniel na casa dele, já que o professor passou a frequentar a casa da família de Suzane. Inclusive Daniel participava de churrasco na casa deles.

 

Daniel frequentava bastante a casa dos Richthofen, sempre no intuito de ficar com Andreas e passarem um tempo juntos. A relação entre Suzane e Daniel era cada vez mais estreita.

 


Passado mais de 1 ano do namoro no início de 2001, o alemão passou a se queixar do excesso de intimidade de Daniel e Suzane.

 

Outro ponto que bastante incomodou os pais de Suzane foi a descoberta sobre o pai de Daniel nunca ter sido um homem de renome como o mesmo se apresentava.


Além de descobrirem que Cristian, que tinha dívidas com traficantes e chegou a prestar serviços como informante da polícia. Só que a coisa era pior ainda.

 

Cris irmão de Daniel ofereceu maconha para Suzane, nesse período Cristian tinha 24 anos. Chegou a contar pra Suzane sobre sua decepção na vida amorosa. Cris tinha namorada e a mesma engravidou.

 

Feliz que seria pai, comprou flores e foi até a casa dela fazer uma surpresa, mas ele foi quem recebeu a surpresa ao encontrar a namorado com o melhor amigo na cama. O que fez com que ele chorasse copiosamente na frente dos amantes.

 

Visto que havia sido traído, pediu que ela interrompesse a gestação, mas a garota não aceita e vai morar em Londrina no Paraná.

 

Mas afinal quem era a família CRAVINHOS?
 

Daniel Bento de Paula e Silva, o caçula da família, considerado o menino de ouro pelos pais, nasceu dia 26 de Janeiro de 1981. Simpático e muito educado desde pequeno e dedicava ao aeromodelismo.

 


Foi campeão paulista, brasileiro, pan-americano, sul-americano e o quinto melhor do mundo em aeromodelismo em 1998 em um campeonato disputado em KievUcrânia


Colegas do aeródromo dizem que era muito habilidoso para construir e pintar os aparelhos.

 

Daniel chegou a cursar por seis meses o curso de Direito na UNIP, mas abandonou os estudos. Ele não gostava daquilo, sua paixão estava em fazer aviões, concertar e dar aula de aeromodelismo. 


Além é claro de participar das competições.

 

Mas ele trabalhava autônomo, ganhando cerca de 1,4 mil reais por unidade de cada avião de aeromodelismo que fazia. Os aviões para esse esporte variavam entre valores de 3 a 10 mil. Geralmente ele montava dois por semana.

 

Muito inteligente ele conseguia montar as peças sem ter feito grandes cursos, bastante esforçado e dedicado. Daniel era bem conhecido pois conseguia montar vários modelos, tinha já um nome promissor.

 

Tinha mais dois irmãos. O mais velho, na época do ocorrido já era casado chamado Marco, que ajudava os pais financeiramente.  

 

E o irmão do meio Cristian Cravinhos de Paula e Silva, nascido dia 21 de novembro de 1975, era considerado o filho problemático, era usuário de drogas, chegou a ficar internado em uma clínica de reabilitação.

 


Passava o dia concertando motos, amava esporte radial, cuidava do corpo, pulava de paraquedas e participava de motocross, fazia barulho por conta do concerto das motos. Decidiu morar com a avó para ter mais liberdade.

 

Ambos filhos de Astrogildo Cravinhos de Paula e Silva, natural de São Paulo, que na década de 1970, foi condenado por falsidade ideológica por usar uma carteira falsa da Ordem dos Advogados do Brasil.

 

Tinha uma loucura por ser advogado, até que mais tarde conseguiu realizar o sonho de cursar Direito, mas nunca advogou. Aposentou-se como escrivão de cartório e aposentou-se.  

 

Nadja Quissak Cravinhos de Paula e Silva, natural também de São Paulo, professora de pintura em tela.

 

Astrogildo e Nadja eram casados a 42 anos e moravam na mesma vila nos últimos 30 anos. Os vizinhos se incomodavam com o barulho do concerto das motos e dos aviões de aeromodelismo. 


Porem nunca ouviram uma discussão da família.

 

A família cravinhos era bastante unida, casa humilde, mas todos se davam muito bem, apesar de Cristian ter os problemas dele quanto as drogas nunca desrespeitaram os pais.

 

A dona Nadja é uma mulher de muita sabedoria, inteligente e amorosa tratava os filhos com muito carinho. Sempre teve um sonho de ter uma filha menina.

 

E essa era a família que não agradava nem Manfred e nem Marísia. O que ao contrário ocorria na casa dos Cravinhos que sempre receberam muito bem tanto Suzane como Andreas.

 

Os irmãos adoravam estar na casa dos Cravinhos, a dona Nadja servia comida pra eles, eram sempre bem vindos naquele lar. 


Só que a família Cravinhos os tratava normal e não com cerimonias ou como se eles fossem alguém de outro patamar.

 

Na casa dos Cravinhos eles jogavam, comiam todos juntos, assistiam tv na sala, uma bagunça aquela que rola na casa de gente simples, tudo era muito divertido. Suzane perde a virgindade com o namorado. 


Ambos passam a usar aliança.

 

Porém, pelo fato de Daniel ter um padrão de vida inferior ao de Suzane, ela passa a pedir cada vez mais mesada par aos país, para sair, passear com o namorado e aquilo estava incomodando ainda mais os pais de Suzane.

 


Que a longo tempo a segundo o que consta nos relatos, que Suzane foi emprestando dinheiro ao namorado. Mas ela também comprava bastante presentes caros pra ele, relógios, roupas, óculos sempre aparecia com presente.

 

Inclusive ela havia comprado um carro pro Daniel e pagava com a mesada ele por sua vez vivia pra Suzane e no fim nem participava mais das competições de aeromodelismo. 


Daniel tinha algumas crises emocionais, por vezes queria acabar com a própria vida.

 


Segundo ele sentia a presença de um amigo falecido, era assombrado pela pobre alma.

 

Suzane e Daniel faziam uso de drups, mas usavam pós branco, bala, folha de bananeira, incluindo ecxtase e cola.

 

 Inclusive o Andreas afirmou ter participado dessas negligencias junto com o casal e que inclusive ele e a irmã saiam escondidos no porta malas do carro para entrarem no motel onde fumavam folha de bananeira.

 

Em determinado momento o Manfred humilhava o rapaz, sempre soltando indiretas quanto a pobreza, o que deixava Daniel extremamente sem graça. Por várias vezes isso ocorria, fazia pouca questão com pessoas não faziam parte da classe social alta.

 

Ao longo de um tempo Manfred e Marísia utilizam do argumento em que Suzane não estaria mais se dedicando aos estudos como deveria, afinal ela não conseguiu passar no vestibular da USP.


Logo reprovada na segunda fase para o ingresso ao curso de direito.

 

Os pais por sua vez colocam a culpa no namoro da filha. E também que Daniel não era para a filha deles, afinal ele não fazia faculdade, ganhava pouco não era de família rica e eles achavam aquilo inviável para o padrão de vida deles. 

 

Afinal a filha estudada e de antecedentes importantes seria uma vergonha namorar alguém que pra eles viviam em um barraco. Como uma ordem a ser seguida a filha deveria romper com aquilo, tirar o rapaz do caminho descartando-o.

 

Caso a filha não obedecesse a enviariam para Alemanha estudar, jamais permitiriam essa relação, afinal a filha falava inglês, alemão e Daniel mal falava português corretamente.

 

Até que no fim de 2001, os pais de Suzane deixam claro para ela que não aceitam mais o namoro. Ordenam que Suzane acabe logo com aquele namoro. Ela trata de romper naquele mesmo dia.

 

Foi pra casa de Daniel, depois voltou pra casa dizendo que havia encerrado o namoro e tirou a aliança do dedo. Porém aquilo era outra mentira, eles nunca romperam. Os dois costumavam frequentar o motel durante a tarde.

 

Suzane coloca na cabeça da mãe que o pai tinha amante, Marísia passa a sair a noite acompanhada de uma amiga. Aquilo começou a perturbar aquele lar. Marísia havia descoberto que o esposo a traía frequentemente com garotas de programa. 



Sendo essa única vez onde Suzane com 18 anos ganhou um longo abraço de sua mãe. Que desolada abraçou a filha.

 

Posteriormente Suzane acaba comentando com Daniel que muitas coisas erradas aconteciam em sua casa, pai traia a mãe e esta por sua vez era bissexual.

 

Para não ser enviada para Alemanha Suzane começa a estudar e se manter no Brasil, bastava passar no vestibular. 


O que ela conseguiu a vaga para PUC, ficou em 8ª colocação no curso de direito e foi presenteada com um gol dourado novinho.

 

Na faculdade de Direito, o contato do casal era tão estreito que nem as excursões escapavam. Daniel ficava ao lado da namorada mesmo em atividades escolares. 


Ele acompanhou Suzane com a turma dela em uma visita ao Fórum João Mendes Júnior e à ALESP.

 

Ela costumava faltar bastante a aula, o Daniel a chamava bastante quando tinha essas crises depressivas, ela saia da aula pra encontrar ele. 


Ambos tinham uma dependência emocional grande, queriam ficar juntos a todo momento possível.

 

Como nem sempre era possível os dois se encontrarem e o medo de perder Suzane era tanto, que as vezes ele por várias vezes pensava em morrer, ela não dava abertura para outra pessoa, devido ao amor que tinha por Daniel.  

 

Daniel acaba mudando totalmente, aquele guri dedicado de antes, faltava o treino para poder buscar a namorada.

 

Edeltraud irmã da avó de Suzane que morava em São Paulo acabou falecendo em 24 de Março de 2002 de câncer, deixando o esposo viúvo.

 

No dia das mães de 2002, a família marcou de ir almoçar em um restaurante de São Roque. Nesse dia algo bem surpreendente ocorreu, foi quando Suzane recusou-se a ir. Mentiu que iria fazer um trabalho na casa da amiga Amanda.

 

Quando na verdade estava com o Daniel.  E tudo isso era combinado entre as amigas, que mentiam para encobrir a Suzane.

 

Marísia telefonou à melhor amiga de Suzane e descobriu que a filha não havia ido dormir lá. Quando Suzane ao chegar em casa é surpreendida pela mãe que exige explicações, já acusando a guria de diversas coisas.

 


Manfred diz que se ela não rompesse de uma vez estaria DE-ser-da-da.  

 

Transtornada pela reprovação dos pais quanto ao namoro a Suzane discute com o pai, aquilo talvez fosse a primeira vez que ela saia do controle, pois uma das características dela é conseguir guardar pra si qualquer emoção.

 

Mas nessa explosão de sentimento foi quando apanhou do pai, ela tinha 18 anos. Por fim nessa agressão Manfred dá um tapa na cara da filha, que para nossa surpresa chorou, se trancou no quarto.

 

Mais tarde fugiu para casa de Daniel e disse que não voltaria nuca mais! Nunca mais! Nunca mais! Porém o pai dos Cravinhos explica a ela que ela era de menor, mas que Daniel tinha grande plano pra ela.

 

Daniel acaba levando-a pra casa que pede a Daniel que ficassem um tempo sem se ver, até as coisas se ajeitarem, mas quando ela falava sobre isso, ele sempre ameaçava suicídio. Até que os dois combinam de se encontrar escondidos mais uma vez.

 

Daniel aparece no meio da madrugada passando mal, agoniado pela falta de paz do relacionamento, ao mesmo tempo não conseguiam ficar longe do outro, era uma paixão avassaladora.

 

É naquela noite que pensam na mesma hora e acabam falando um para o outro que se os pais de Suzane não estivessem mais nesse mundo seria maravilhoso. Passam a colocar um plano em prática...


Continuação no próximo capítulo.


Referências: 

https://www.youtube.com/watch?v=lrJ2vNn_x90 – Família Richthofen e a relação com Barão Vermelho.


https://www.gaz.com.br/a-avo-santa-cruzense-de-suzane-von-richthofen/. Origem de Margot na cidade de Santa Cruz.


https://www.observatoriodaimprensa.com.br/primeiras-edicoes/imprensa-alem-e-o-baro-vermelho/ Entrevista de Manfred cedida para o jornal.


https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2023/05/05/com-sintomas-de-pedra-nos-rins-cristian-cravinhos-e-socorrido-e-levado-a-hospital-em-taubate-sp.ghtml Semi aberto de Cristian.

 

Livro: Assassina e Manipuladora; Ulisses Campbell. 


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