IRMÃOS NAMORADOS – ELE COMEU A CARNE DO PADRASTO.
CONTAMOS ESSE CASO EM NOSSO CANAL DO YOU TUBE:
Miryam Esther Kowalczuk, era moradora de Roque Sáenz Peña. Era uma mulher que bebia, se relacionava com várias pessoas, não estudou, tinha já uma vida mais livre. E se relacionou com um homem do qual ela acabou engravidando, o genitor não assumiu a criança e nem chegou a conhecer.
Assim nasceu em Roque Sáenz Peña na Argentina. Leandro Yamil Acosta em 1990 e nunca soube quem era o pai. Foi bem difícil a criação de Leandro porque a Miryan não conseguia ficar com o filho, precisava trabalhar e levava uma vida bem promíscua.
Leandro foi criando por várias pessoas, passou pela família do tio, amigos, demais familiares e chegou a parar em um abrigo. Querendo sair daquela vida ela pensa em ir morar em outro local mais perto de Buenos Aires para conseguir um emprego e morar com o filho.
Assim ela se muda, sai da cidade dela e mora aos arredores da capital. Lá consegue um emprego como faxineira em uma empresa. Se estabeleceu no local e voltou a cidade, tirou o filho do abrigo e levou Leandro consigo. Mesmo trabalhando ela continuava se envolvendo com uma pessoa hoje outra amanhã...
E nessa de levar um homem e outro em casa o menino via coisas... bem como a mãe vendia ele para esses homens. O menino não comunicava ninguém sobre o que passava. Com tempo passou a desencadear sérios problemas de ansiedade e depressão.
Quando Leandro tinha 6 anos a Miryam conhece o Ricardo Ignácio Klein, um homem trabalhador. Ambos se conheceram em 2003 numa boate e se encantaram um com o outro.
O Ricardo era divorciado e tinha uma filha 3 anos mais nova que Leandro. A menina morava com a mãe ainda quando Ricardo se envolve com a Miriam. Ricardo era um homem difícil de lidar, falava muito sobre dinheiro, cobrava muitas coisas, uma pessoa bem ofensiva, que usava duras palavras para se comunicar.
Tinha
um lema consigo: a melhor escola da vida era o trabalho sala de aula era perca
de tempo. Mas aquilo não era problema para Miryam que não era tão diferente de Ricardo.
Em
pouco tempo de namoro ambos passam a morar juntos cuidando do Leandro filho da
Miryam. Os dois foram trabalhando e se mudam para a cidade de cidade de Pilar,
localizada a cerca de 60 quilômetros de Buenos Aires na Argentina.
Nessa cidade Ricardo constrói uma casa para eles já que tinha habilidade na construção, porém era usado o dinheiro de Miryam que trabalhava. Ela ajudou a construir a casa. E morando só os três o Leandro ainda pequeno as coisas estavam fluindo. Mas segundo Leandro a mãe ainda permitia o homem usar dele.
Nessa
fase a ex mulher de Ricardo acaba falecendo de insuficiência renal e a Karen
passa a morar com os avós paternos. Mas não deu muito certo porque a menina
chorava muito.
Sentindo
falta da mãe e do pai ficou difícil dos avós assumir esse papel. Logo eles
pedem para que Ricardo criasse a Karen. O homem por sua vez conversa com a
esposa.
A
Miryan de imediato concorda em a menina viver com eles. Assim a Karen passa a
morar com o pai a madrasta e o irmão afetivo. Karen e Leandro se deram muito
bem.
Diferente
de Ricardo que não suportava o enteado. Principalmente depois que Leandro foi
desenvolvendo cada vez mais problemas psicológicos.
Aos
13 anos o Leandro apresentava graves problemas psicológicos, tinha
acompanhamento psiquiátrico. Mas para o Ricardo aquilo era bobagem, o nome disso
era vadiagem. O negócio era parar com
essa bobiça e virar homem.
Não
demorou muito para que uma séria doença no intestino de Leandro. Tanto foi
grave que o garoto precisou passar por cirurgia de ostomia, tirando parte do
intestino ficando internado até 6 meses no hospital.
O tratamento era necessário e dar continuidade com uso de medicamentos para o resto da vida nem como a utilização da bolsa de colostomia. De volta pra casa a situação de Leandro piorou, na situação que se encontrava ele tentou contra sua própria vida, mas não ocorreu como ele havia planejado.
O
Leandro passa a receber um salário do governo por invalides. Mas o valor era
considerado baixo tanto para Ricardo como pela Miryam. Leandro era cobrado para trabalhar, xingado
pelo padrasto de vadio.
Miryam
sempre concordava com o marido em tudo. E dizia para o filho que o salário que
ele recebia não estava ajudando em nada dentro de casa. E cobrava do filho
assim como o padrasto para que ele trabalhasse meio período pelo menos.
Leandro que não tinha condições físicas para trabalhar, fazia uso de cadeiras de rodas par ase locomover em maior distância, era chamado de deficiente por Ricardo. O padrasto humilhava o guri toda vez que podia.
O
casal Ricardo e Miryam vivia se queixando de dinheiro, sempre era pouco, nunca
nada dava e precisavam que os filhos trabalhassem o quanto antes.
O
casal chegou a adquirir um apartamento. Eles compraram o imóvel e alugaram,
então tinha mais essa renda familiar, mas para o casal ainda não era o suficiente.
Karen
tinha problemas com o pai, discutia muito com Ricardo e acusava o homem de ser
culpado pela morte da própria mãe, fato que ela nunca superou foi a separação
dos pais e a perca da mãe.
Leandro
e Karen conforme vão crescendo acabam desenvolvendo uma afetividade cada vez
maior. Gostavam muito um do outro. Apesar de serem criados juntos viam um ao
outro de forma diferente de irmãos.
E
assim sendo acabaram se relacionando como namorados. Se amavam em segredo,
ninguém sabia do caso dos dois. Ou se sabiam faziam de conta que nem viam.
A
casa era um ambiente de gritos, brigas, violência física. Quando Leandro tinha
quase 16 anos o casal Ricardo e Miryam foram surpreendidos com uma gestação.
Miryam
engravidou sem planejar ter mais filhos, muito menos de gêmeos como foi o caso.
Ela estava grávida e esperando dois bebes o que fez com que o casal entrasse em
surto.
Afinal seria mais duas crianças e geraria gastos. Passa a fase da gestação a Meryan ganha os bebês que eram um casal. O ambiente familiar se tornou um caos ainda maior. O que era ruim ficou pior, as brigas aumentaram, bem como as violências físicas.
Karen
e Leandro se preparam para contar aos pais que estavam namorando e tomam
coragem para revelar o que até então era segredo. Porém Ricardo e Miryam não
deram a mínima importância para o que ouviram.
Os
pais de ambos não tinham preocupação quanto a isso. O que até então atormentava
aquela casa era os filhos trabalhar e ter dinheiro.
Leandro
passa a trabalhar em um comércio local, ajudava a cuidar dos irmãos gêmeos, bem
como a Karen. Os namorados tinham muito amor pelos bebês. Que foram crescendo
conforme o jeito dos pais.
Nesse
período também Leandro passou a cursar medicina, pasosu a ficar cada vez mais
preocupado com a irmã Stefani a gêmea, pois muito pequena já apresentava muita
queda de cabelo e dentes podres. Por conta da negligência de Ricardo e Miryam. A
menina se apresentava fraca.
Os
pais não se importavam, as crianças sujas sem cuidado nem com o básico de
higiene. Foi esse motivo que levou Leandro a buscar ajuda na assistência social
para que visitassem a família e observarem a condição de higiene no local.
Porém
embora ele fizesse denuncia e buscasse por ajuda, nunca ocorreu um registro da
assistência familiar ou social na casa deles. Mas talvez alguém se pergunte
precisava chamar a assistência social?
O
problema nessa família que ninguém poderia se meter onde não era chamado, o
Ricardo tinha uma só palavra que depois de dita não voltava atrás. Além de ser
uma pessoa violenta e difícil de lidar.
Leandro
com 18 e Karem com 16 chegaram a pedir na justiça a guarda dos gêmeos para
poderem cuidar e poder dar assistência, conseguir levar ao médico fazer alguma
coisa pelas crianças.
Alegaram
na justiça que as crianças não eram alimentadas e nem as condições de higiene
eram supridas. O próprio pai das crianças o Ricardo disse que as crianças só
iriam estudar até a 7ª série que estava bom, depois iam trabalhar
A própria justiça verificou a péssima condição das crianças e obviamente o pedido de guarda foi negado, devido a falta de recurso financeiro que Leandro tinha. O pais só foram advertidos e a assistência social deveria acompanhar o que também não foi feito, pelo menos não existe registro quanto a isso.
Eu nem preciso dizer que a convivência da família se tornou ainda pior de tudo isso. O Leandro buscou recurso e ajuda de um templo de umbanda, mas não conseguia melhorar as coisas. Até que assim que ele recebe o valor da aposentadoria compra uma pistola, machado e demais materiais.
Até dia 2 de setembro de 2015, quando os gêmeos tinham 11 anos. Naquela mesma semana algo causou estranheza por parte dos vizinhos. Que era o silencia imperando por aqueles dias, já que estavam acostumados a ouvir brigas e discussões diárias vinda da casa daquela família, passaram a não ouvir mais nada.
Ainda durante aquela primeira semana de setembro os familiares do casal Miryam de 52 anos de idade e Ricardo 54, tentava contato com o casal e não conseguia, ninguém atendia ao telefone. Foi passando 1,2,3,4,5 dias e nada de notícias.
A Karen saia de casa com os gêmeos, iam ao Mac Donalds, compravam comida e voltavam pra casa. Eles não ficavam trancados, estavam vivendo normalmente. Os gêmeos iam a escola, pois a Karem os levava.
Visto
que o casal desapareceu o irmão de Ricardo vai até a casa da família e Leandro
atende ao tio afetivo, mas não o convida para entrar. O homem não passou da
porta.
Ao ser questionado se o casal estava Leandro explica de Miryam e Ricardo haviam viajado para o Uruguai em um cassino. Mas o irmão achou estranho. Afinal o Ricardo era seguro demais com dinheiro pra jogar fora em jogo.
Mas
o resultado que esse irmão vai embora com a dúvida, e os dias vão passando os
dois incomunicáveis. Outro irmão do Ricardo chamado Horácio Klein vai até a
casa do casal para saber se retornaram da tal viagem.
Foi
atendido por Leandro que não deixou esse outro tio entrar também, novamente
contou que Miryam e Ricardo foram aproveitar a vida no Uruguai em um Cassino.
Quando
esse homem sai da casa do irmão para ir embora é abordado pelo vizinho do
Ricardo. Que diz que a vizinhança está preocupada com o desaparecimento do
casal.
E que ele havia visto dias atrás Leandro e Karen arrastando vários sacos de lixo pela rua abaixo a alguns quarteirões. Tendo essa informação, esse irmão conversa com o irmão que foi na casa do Ricardo antes e decidem procurar a polícia. Lá eles registram o desaparecimento do casal.
Os policiais por sua vez vão investigar o desaparecimento desse pai e mãe de família na própria casa do casal. Isso ocorre dia 13 de Setembro. Chegando lá Leandro os recebeu, informou que o casal havia viajado para o Uruguai.
Mas
quando a polícia pede para entrar na residência, Leandro os impede dizendo que
de jeito nenhum eles entrariam. Logo os policiais invadiram a casa.
Fizeram
a varredura na casa, encontraram um baita pedaço de carne embalado de maneira
diferente. Ao questionarem o que seria aquilo, mas o Leandro só rio.
Os policiais encontraram três machados novos, uma pistola, uma espingarda e um facão. Posteriormente uma caixa da qual dentro havia um osso pélvico, cabelos ruivos e parte da coluna vertebral. Tudo foi enviado para análise.
Karen
e Leandro foram enviados para delegacia para prestar depoimento. Cada um
separado em salas diferente e prestando esclarecimento com investigadores
diferentes.
A
declaração da Karen era que algo terrível havia acontecido na casa que Leandro
havia matado os pais, depois cortou os corpos e incendiou. Mas nada podia
fazer, pois era ameaçada.
Que
tanto ela e os irmãos eram vítimas de Leandro. E que durante os dias até a
polícia entrar na casa, ela e os gêmeos só podiam sair pra comprar comida.
Leandro por sua vez assumiu toda culpa para si. Disse que a namorada não tinha nada de envolvimento quanto ao crime e que ele fez tudo sozinho. Foi assim que Karen foi liberada e Leandro ficou detido, posteriormente encaminhado a detenção psiquiátrica dia 22 de Setembro de 2015.
As investigações continuaram até que foi encontrado em um terreno baldio localizado a oito quadras da casa da família 16 sacos com cinzas, ossos e mais restos carbonizados. Que também foram para análise.
Os
noticiários saíram na mídia e um catador de papelões assiste e corre pra delegacia,
dizendo que foi pago por Leandro para levar umas caixas até o local, mas que
ele não sabia o que tinha dentro.
Dias
depois o resultado da análise dos restos mortais comprovou que os materiais
coletados eram de Miryam e Ricardo.
O
crime cometido foi ganhando cada vez mais notoriedade na mídia, pela forma como
foi cometido o crime nesse caso tiro, desmembração do corpo, descarne,
carbonizados os restos mortais e canibalismo.
Leandro
passou a ser chamado de louco, aquilo não poderia ser um ato de um ter um ato
de uma pessoa normal. O guri passou a ter acompanhamento com uma psiquiatra
forense que contatou que Leandro estava no momento do crime:
Com alteração de humor, sob forte fase de ansiedade a ponto de perder o discernimento. Que ele tinha forte intensidade de ódio tanto por parte do padrasto como da mãe. Mas em especial da mãe que permitia ele ser abusado desde os 3 anos de idade. Por era entregue aos companheiros da mãe em troca de dinheiro ou drogas.
E
que o ponto chave pra que tudo acontecesse pra ele cometer o que cometeu foi
ele ver o ouvir Ricardo falar para Miryam para trazer Stefane a gêmea que tinha
11 anos. Trás ela pra mim que ela já está pronta.
Como Leandro sabia como funcionava entendeu que Ricardo abusava da menina. Foi assim que ele passou a planejar o crime. Por fim, depois de mais peritos discutirem sobre o caso, chegaram à conclusão que Leandro estava apto para ser julgado e foi designado a ele uma advogada de defesa cedida pelo estado.
Leandro
escreveu uma carta para a mídia e para Karem alegando que não estava louco e que
agora não seria mais chamado de deficiente. Ainda agradeceu a irmã pela ajuda
em tudo para cometer o crime.
Enquanto
tudo isso acorria com Leandro as investigações continuavam, mas havia coisas que
não batiam. E que a declaração de Leandro tinha fundamento. Sendo que foi
protocolado que Karen participaria também do julgamento.
Com a advogada de defesa ele autorizou a profissional a declarar sua confissão pela primeira vez, onde ele contaria exatamente tudo o que aconteceu. Segundo a declaração de sua advogada Mônica, o padrasto Ricardo abusava de Leandro desde quando ele tinha 6 anos. E que mãe não se importava com isso.
E que inclusive mesmo casada com Ricardo, a mãe continuava a entregar o filho em troca de dinheiro para vários homens. E que no dia 2 de Setembro de 2015 em torno das 8:30 da manhã. Os gêmeos foram para a escola, sendo levados pela Miryam.
Nesse momento quem estava ainda em casa era Ricardo que estava dormindo e foi surpreendido com um tiro disparado na cabeça pelo Leandro. Depois ele pegou uma faca e tirou um pedaço foi quando Miryam chegou e ele disparou contra a mãe duas vezes.
Bem como havia se alimentado da carne do padrasto. Que inclusive a do padrasto tinha gosto de carne de porco, um pouco salgada, pois ele mesmo havia temperado e que estava deliciosa. A noite ele já havia desmembrado os corpos, levado o restante para os fundos da casa, feito uma fogueira e queimado tudo.
Karen apenas limpou o local. A advogada de Leandro alegou que o guri comeu partes dos corpos. E que segundo Leandro os assassinatos, que foram quase orgásmicos para ele. E que para ele praticar esse ato de vingança foi um alívio.
E foi assim com essas declarações que as coisas ficavam piores para Karen, pois com o problema de saúde de Leandro era impossível ele sozinho levar peso pra fora.
Bem como o vizinho que havia visto ambos levarem sacos de lixo pela rua abaixo. Além disso Leandro ainda usava cadeira de rodas. Seria bem trabalhoso ou quase impossível de realizar sozinho tudo aquilo. Karem foi presa aguardando julgamento
Em meio a tudo isso a pressão popular aumenta por justiça, mas era bem dividido as opiniões o próprio irmão do Ricardo Roberto Klein contou que: o irmão era um homem difícil, com pouco tempo para os filhos, sempre houve ressentimento entre ele e seu enteado. Acreditava que isso já vinha de muito tempo.
Em
outubro de 2019 sai o julgamento onde Leandro faz uma outra declaração. Segundo
ele matou o padrasto, mas garantiu que, ao deixar a arma sobre a mesa, sua
meia-irmã, Karen, pegou-a e disparou duas balas no peito de Miryam, sua mãe
havia caído e atirou na cabeça dela. O buraco ficou até no chão”.
Os gêmeos prestaram depoimento que ficou em segredo de justiça. A defesa de Leandro alegava que ele tinha laudo médico, que não era responsável por seus atos. Enquanto a defesa de Karem justificava que Leandro era perigoso e sua cliente vítima dele.
Ficou
um empasse diante dos fatos, Leandro por sua vez assumiu o crime, mas que ele
matou o padrasto e ela a madrasta. A defesa alegou ainda que Karem se provaleceu
da deficiência do irmão para cometer o crime.
Que ela foi a cabeça de tudo criando uma fantasia na cabeça de Leandro. Ambos condenados a prisão perpétua.
Após
a condenação, Karem enviou uma carta à mídia na qual afirmava, em referência a
Leandro, que “nunca imaginei que estava incorporando um monstro na minha vida.
Um ser violento que a cada dia extinguia minha felicidade.”
Ela
passou a namorar um novo companheiro, um jovem que conheceu no mesmo momento em
que ocorreu o julgamento.
O
guria a descreveu como uma garota “tímida e retraída” e garantiu que sempre
acreditou em sua inocência. Por outro lado, indicou que a alegada participação
secundária num homicídio, crime pelo qual foi condenada, “implica que há uma
promessa no meio ” e isso não consta em nenhum dos autos.
Por
tudo isto, o advogado de Karem Klein alegou que “Sempre presumiu que (Karen)
tinha um grande problema psicológico, porque viver com os corpos durante 11
dias … é ainda é o pai".
Em
março de 2021 o Tribunal de Cassação Penal de Buenos Aires confirmou a pena de
prisão perpétua de Acosta, mas ordenou a redução da pena para Karen,
considerando-a uma “participante secundária” e não uma “coautora” do duplo
parricídio. No entanto, ela continua presa.
Leandro recebe acompanhamento médico psiquiátrico, em 2021 passou mal na detenção, os demais detentos o cuidam como filho, um homem formado já mas extremamente carente. Detento do presídio Magdalena e iniciou um relacionamento amoroso com uma jovem evangelista que vai visitá-lo na prisão.
Alegou
para si como verdade, que a mãe foi morta pela namorada, que ele faria tudo
novamente, tanto padrasto como a mãe eram abusadores, estupradores e que ali
preso ninguém o chama de deficiente.
Gostaria muito de saber a opinião de vocês por isso peço que deixem aqui no comentário o que vocês pensam a respeito desse caso. Eu cheguei a uma conclusão que quando se junta por destino 1 pessoa com problemas já é um perigo. Imagina o que acontece quando uma família toda é perversa.
A
Karen sabia o que estava acontecendo, se caso se preocupasse com os irmãos saia
correndo a pedir ajuda. Para mim ela consentiu com os crimes. O Leandro
extremamente problemático devido as situações da vida que a mãe já impôs a ele
desde os três anos.
Mas
eu não vejo saída pra casos como esses, com pai difícil ou mãe sem ser sair de
casa. Ainda penso que tem pai problemático meu amigo deu a idade, cai fora.
Vive com menos mas corre de lugar.
Nunca
mais olha pra trás, afinal onde existem pais abusadores a saída é se manter
longe e evitar contato. Não é porque é pai ou mãe que se consente. Agora ficar
num lugar doente como esse o fim é esse aí!
Crime,
angustia, perca da liberdade e a perca da própria sanidade mental.
Referências:
















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