RHUAN MAYCON – O MENINO DO ACRE
Fizemos o vídeo completo no You Tube:
Vamos
iniciar falando sobre a Rosana Auri da Silva, moradora do Rio Branco no estado
do ACRE, uma moça muito bonita, vaidosa e nesse período ainda se considerava
heterossexual.
Veio
de uma família constituída por pai, mãe e irmãos, estudante de uma escola com
vertente religiosa. Era conhecida por alguns como Rhose.
Em
sua juventude conheceu Maycon Douglas Lima de Castro, um guri novo, calmo,
amoroso, um pouco imaturo devido a idade, família humilde mais bastante unidos
e amorosos.
Maycon
Douglas também morador do Rio Branco no estado do Acre. Ambos tiveram um relacionamento e bem
rapidamente Rosana ficou grávida.
Mas
imediatamente Douglas deu forças a Rosana e assumiu a criança até que em 2010
nasceu o menino Rhuan Maycon da Silva Castro. A partir do nascimento da criança
a Rosana passou a morar com o então esposo na casa dos pais de Douglas.
Formou
ali uma família, o menino era muito amado pelo pai e pelos avós. Ganhava bastante
carinho, atenção, proteção. Todos viviam harmoniosamente bem, com lar simples,
porém cheio de afetividade.
Rosana
era caprichosa, trabalhadeira, excelente mãe.
Até
que ela conhece a Kacyla Priscyla Santiago, uma moça um ano mais jovem que que
ela, casada, tinha uma filhinha. Assim como Rosana também bastante vaidosa e se
denominava heterossexual.
Porém
a Kacyla era pastora de uma igreja, ou pelo menos se denominava pastora, fervorosa
na religião e estudava bastante as questões religiosas. E estava em processo de
separação.
Porém
as duas acabam se envolvendo tendo um relacionamento homo afetivo. Elas se
assumem na religião e acabam desenvolvendo uma nova filosofia cristã.
A
Kacyla entrou com processo de divórcio, enquanto a Rosana começou a inventar
que era agredida para prejudicar o esposo, fazia boletins de ocorrência, uma
atriz forjava várias situações.
Passaram
a morar juntas e ficar cada vez mais fanática diante dessa religiosidade,
oravam de madrugada por muitas vezes, colocaram fogo em várias roupas com
estampas satânicas.
Estampas
essas que fossem de alguma banda, símbolo religioso de santos, desenho do
Mickey, qualquer personagem da Disney. Passaram a usar rabelo raspado.
Exigiam
que os familiares também cortassem os cabelos, pois era um pecado usar os
cabelos compridos.
E
todo esse fanatismo causou medo por parte dos familiares, o que acabou afastando
todo mundo das duas. Usava da religião para justificar algumas atitudes.
Mas
o objetivo era só um elas mesmo criarem uma nova religião com vertente
evangélica que aceitasse a questão das lésbicas, mas para isso deveriam usar
cabelo curto como homens.
Elas
odiavam homens, não suportavam homens, não importa quem fosse tendo um brinquedo
era o suficiente para que elas repudiassem.
Mas
o comportamento e a figura feminina foi se transformando naquilo que elas até
então repudiavam.
A
Rosana vendo que os avós do Rhuan estavam com medo dela e evitando deixar o
menino com elas já com medo do que poderia acontecer.
Ela
usa da Lei de proteção a mulher para se esquivar dos ex marido e seus
familiares, inventando mentiras a respeito do mesmo.
Foi
assim que conseguiu uma medida protetiva, inclusive recebeu auxilio em um
abrigo para mulheres que viviam sobre risco de violência doméstica.
Foi
assim que ela consegue sair de casa com o menino Rhuan, tirando a criança do
lar bem cuidado para ficar nesse local e quem vai junto é a Kacyla que também
sai de casa com a filha.
Obviamente
que elas ficando com as crianças receberiam pensão dos ex maridos.
Nesse
local onde ambas recebem ajuda, haviam outras mulheres que precisaram realmente
sair de casa e corriam risco nas mãos dos maridos. Casos extremamente graves.
E
é nesse local que a suposta pastora começava a pregar a religião criada por
elas, estabelecer regras incabíveis, ordenar as demais fazendo da vida daquelas
mulheres num inferno. Chegou um ponto que era impossível a convivência.
Algumas
mulheres já se questionavam o que era pior a violência em casa ou conviver com
as duas mulheres, que em pouco tempo suas figuras modificaram por completo.
Aquela
mulher bonita que era a Rosana se transformou completamente ao contrário, posso
dizer que irreconhecível. A autoridade e regras impostas por elas só
aumentavam.
Visto
que a convivência não estava dando certo elas vão espalhando mais conversa na
rua, que o marido da Rosana era envolvido com tráfico de drogas, ligado a
facções criminosas e que elas estavam correndo muito perigo ficando na região.
Foi
assim que elas comovem o coração de algumas pessoas, que acabam ajudando
financeiramente Rosana e Kacyla a fugir do local. Embora com criança, onde elas
não poderiam sair da região sem o consentimento dos pais nem das autoridades.
Foi
a partir disso que se iniciaram as fugas.
A
data exata que elas fogem eu não consegui encontrar, apenas pela rede social
com datas de 2014. O delegado não especifica quando iniciaram as fugas, porém
se estima que por volta de 18 de Dezembro de 2014.
A
princípio elas junto com o Rhuan Maycon 6 anos e a outra menina filha da Kacyla,
5 anos saem do Acre para região do nordeste parece que Aracajú, depois Roraima,
Goiânia e muitos outros lugares de diversos estados do Brasil, elas não paravam
em lugar nenhum.
Enquanto
isso havia um pai, uma avó e um avô que choravam de saudade da criança,
preocupados como esse menino estava. O Douglas sendo julgado pelos populares
como o monstro.
Ninguém
sabia do paradeiro das duas mulheres e nem das crianças. Que para sobreviver e dar continuidade a sua
igreja a Kacyla atuava como pastora e cabelereira. E na igreja ela pedia ajuda
das fiéis, alimentos, dinheiro, assim elas tinham o recurso.
Além
disso recebiam auxilio do governo, bem como pensão das duas crianças.
Viviam
de aluguel aqui acolá, comiam e muito bem as duas. Tanto a Kacyla quanto a
Rosana não gostavam dos filhos, não gostavam de ser mães. Tanto que deixavam as
crianças por dias sem comer.
Porém,
entre as duas crianças a mais odiava era o menino Rhuan, afinal ele era menino
e se tornaria um homem e aquilo era algo terrível pra elas. Enquanto elas
deixavam o menino passando fome e agrediam a criança.
Elas
tinham um hábito de não se envolver muito com as pessoas, ficavam num local e
quando percebiam que alguém poderia estar desconfiando delas e do que ocorria
com as crianças elas fugiam para outro lugar.
Desde
que iniciaram a fuga as crianças nunca foram para escola, nem ao médico, nem a
postinho, não havia cadastro em local algum, mal saiam de dentro de casa.
Até
que o pai do Rhuan consegue em 2018 a guarda do menino Rhuan. E começou uma
busca de resgate pelo filho.
Por
fim elas chegam a morar no Goiânia, depois Anápolis, onde estimasse que foi
nesse estado e no ano de 2018 que a Kacyla que usava a navalha até então para
cortar cabelo, decidiu usar a navalha para cortar outra coisa do menino Maycon.
E
este quando se tornasse homem seria uma ameaça para elas, afinal homem
significava um grande risco. Tudo delírio da criação religiosa delas.
Isso
porque ele não poderia ser mais um homem na face da terra, tanto era pregado
isso que a menina filha da Kacyla não podia nem ver homem. Mas lembrem que
tinha uma criança ali do sexo masculino.
E
era Rhuan Maycon, para que ele fosse menina a Kacyla pesquisa: “como extrair
pênis e testículos”
Mãe
e madrasta fazem isso em casa, a Kacyla tira o órgão com o objeto que ela usava
para cortar o cabelo, instrumento chamado de navalha. Ela retira, depois fecha
tudo usando agulha e linha, usou um anestésico normal de farmácia.
Ou
seja, emasculou o menino, Rhuan ficou sem conseguir fazer xixi direito e com
imensa dor por vários dias.
Seguido
desse fato, a bexiga ficava extremamente cheia para sair aos pinguinhos pelo
canal que foi diminuindo cada vez mais com tempo.
Ou
seja, o xixi não saia como jato, mas por gotejamento. A dor beirava a tortura
que se seguiram até o fim de sua vida.
O
que fazia Rhuan gritar de dor conforme ele crescia. Além disso o cabelo dele
não era mais cortado, foi ficando de cabelo comprido, bem como as roupas eram
de menina. Ele virou uma menina praticamente.
Inclusive
passou a viver em cárcere privado. Ele não podia colocar o pé pra fora de casa,
enquanto a menina saia de casa com elas.
E
as duas perturbadas obrigavam tanto a menina que estava com 8 anos quanto o
Rhuan com 9 anos a manterem relação sexual. Na frente delas, pra ficarem
olhando.
O
pai da menina e o pai do Rhuan o Douglas insistia na busca pelas crianças, mas
nunca encontraram seu paradeiro. O Douglas conseguiu através de processo parar
de pagar a pensão pra criança, na esperança que ela devolvesse o filho.
Afinal
as duas só estavam com as crianças como uma segurança financeira. E foi assim
que a situação do Rhuan piorou ainda mais.
Em
março de 2019 a família acaba se mudando para um local chamado Samambaia no
estado de Brasília. Onde era uma casa do lado da outra.
O
menino Rhuan e a menina, que cotidianamente precisavam manter relações de
adultos. Porém naquele dia 31 de maio de 2019 as mulheres tinham outros
interesses.
Assim
o garotinho adormeceu e deitado de barriga pra cima em sua cama ao lado da
menina quando sua própria mãe a Rosana entrou no quarto portando uma faca.
Logo
essa que se diz mãe defere um golpe no peito do guri, o que faz com que
imediatamente Rhuan grite e levante por impulso e para própria sobrevivência.
Rosana
acreditava que o golpe no peito do filho levasse ele ao falecimento, mas não
ocorreu. Rhuan acaba caindo de joelhos no chão, onde essa energúmena o golpeia
novamente pelas costas.
Repete
o ato liberando o ódio que ela, a companheira e a menina sentiam dele deferindo
mais 12 golpes no corpo com o mesmo instrumento, do qual ela conseguia sentir e
ouvir o aço atingindo ossos.
Mesmo
assim, Rhuan ainda permanecia vivo, foi quando ela acaba decapitando enquanto
este ainda tinha vida ajoelhado na frente da a mãe.
Depois
fura os olhos, tentou retirar o glóbulo ocular e arrancando com a mão a pele
inteira do rosto de Rhuan Maycon, sendo puxada debaixo para cima onde saiu
inclusive o couro cabeludo. Enquanto a menina assistia tudo aquilo.
Afinal
a cabeceira da cama dela era de frente e visível a toda atrocidade que estava
ocorrendo ali. Separado por uma parede.
Kacyla
ajudou a segurar o garoto e usar um produto que o menino ficou cheirando no
pano, pegou um balde para colocar as vísceras dentro. Mas não aguentou ficar no
local.
Assim
foi dar seguimento ao plano colocando fogo na churrasqueira, para não deixar
pistar do que ocorria entre eles.
Rosana
e Kacyla usaram de um machado para cortar o corpo em pedaços, mas para
desmembrar as pernas da bacia bateram com martelo.
E
em partes e colocaram partes do corpo na churrasqueira para descolar a carne do
osso.
A
ideia delas era utilizar de um martelo para quebrar os ossos e não deixar
pistas, mas ao colocar a carne no fogo, levantou muita fumaça, além do mal
cheiro o que fez com que elas desistissem do plano.
Tirasse
as partes do corpo de dentro da churrasqueira para não chamar atenção dos
vizinhos. Que tinham cachorros, porém ninguém diz que ouviu nada.
Assim
para se desvincular do que sobrou dos restos mortais, colocaram partes dentro
da mochila rosa do Rhuan, outras partes dentro da mochila rosa da menina e
outras partes dentro de uma mala.
A
Rosana sai sozinha com a mala e joga tudo dentro de uma boca de lobo. Enquanto
a Kacyla fica limpando toda a casa, os instrumentos e churrasqueira usando água
sanitária.
Nesta
sexta feira a noite, a polícia fazia ronda no bairro. Liderada pelo delegado
Dr. Guilherme Souza Melo.
A
equipe policial estava a serviço de combater violência em bares e festas que
estavam ocorrendo em alguns locais.
Um
grupo de 3 guris saiu de uma dessas festas onde estava ocorrendo ronda
policial, ficando reunidos na rua. Justamente é nesse local passa a Rosana com
aquela mala.
Quando
ela passa por eles eles dão boa noite pra ela e questionam o que ela fazia com
aquela mala. Rosana por sua vez diz que era do Acre e estava jogando roupas
fora.
Eles
fingem que estão indo embora. Um dos guris observa o que ela fazia de longe.
Ela fica sentada no meio fio por um tempo até que joga a mala no buraco do
boeiro que estava aberto.
E
depois ela segue pelo mesmo caminho que chegou até ali.
Os
guris acharam estranho ela jogar a mala assim naquele horário por volta da 1
hora da manhã.
Mas
a curiosidade falou alto demais! Um deles pensou... vai que tem dinheiro
naquela mala ou drogas? afinal quem se prestaria ao serviço de sair de
madrugada jogar uma mala no boeiro?
Um
deles pega a mala e abre, percebe que se tratava de um corpo humano. Conseguiu
ver os dentes, afinal a pele havia sido arrancada do rosto. Foi assim que chamaram
a polícia.
As
2 horas da manhã quando a equipe policial já se retirava do local, atenderam a
ocorrência. O delegado quando chega ao local verifica que o guri que havia aberto
a mala se encontrava sentado no meio fio acompanhado dos demais amigos.
A
área foi isolada, o delegado por sua vez verifica a mala que por sinal era bem
pequena, ao abrir se depara com um crânio e a arcada dentária, mãos, parte da
região pélvica, vísceras com sinais de queimado.
A
princípio acreditaram que o corpo poderia ser de uma criança ou mulher.
O
guri ao ser questionado explica que estavam ali porque a festa foi fechada.
Contou o que havia ocorrido e deu as características que a mala teria sido
jogada por uma mulher alta e albina.
Mas
com as características apontadas pelo guri e para onde ela seguiu rapidamente a
polícia consegue informações com moradores onde essa mulher albina morava.
Ao
chegar na rua da casa, sem saber exatamente onde a tal mulher albina morava os
policiais já sentem um cheiro de queimado de carne queimada, porém não parecia
churrasco.
Naquela
madrugada estava ocorrendo uma festa na frente de uma casa, o delegado pergunta
se eles estavam queimando alguma coisa, eles dizem que o cheiro vinha da casa
ao lado.
Questionados
ainda se conheciam a dona da casa de onde vinha o cheiro de queimado. Eles contam
que sim, que era da casa de uma mulher de cabelo pintado de loiro e curto.
Que
esta possui uma companheira e ambas têm um menino e uma menina.
Foi
assim que os policiais chegam até a casa das mulheres. Entram pelo portão que
estava aberto. Era um lote com 3 casas, no caso da casa delas era a casa dos
fundos.
Onde
tinha uma churrasqueira no lado de fora. Eles olham pela janela e lá estavam as
duas dentro de casa eles chamam e elas com olhar de espanto.
A
Kacyla só demonstrava medo e a Rosana já com uma cara de louca, parecendo que
tinha usado uma drups, já começou a falar ele ia me matar! Ele ia me matar!
O
delegado entra na casa até com receio porque a Rosana a Roseh parecia que
estava fora de si, talvez pudesse estar armada. Mas ela já explicava que foi legítima
defesa.
Isso
mesmo, uma mulher daquele tamanho dizer que um guri de 9 anos, que mal se
alimentava, mal tinha força, se torcia de dor e ela com medo? Era ela mesmo que
tinha que ter medo dele ou ele ter medo dela?
Mas
o delegado pergunta, como a senhora estava com medo dele? Daí ela disse: ah!
Ele era muito violento, veio pra cima de mim. Fui me defender!
Já
de cara verificam quiboa, faca com cabo novo, mas a lâmina bem desgastada, uma
churrasqueira dentro de casa super limpa e martelo.
Verificam
roupas todas de menina e nenhuma de menino o que causou estranheza, pois os
moradores do lote lateral haviam dito que tinha um menino na casa.
A
Kacyla se demonstrava com medo e emotiva querendo falar, enquanto Rosana quieta.
Bem como na casa se encontrava a menina de 8 anos apavorada com a presença dos
homens.
Eles já encontram as duas mochilinhas que ao
abrir havia pedaços do corpo ali dentro.
A
menina a princípio ficou aos cuidados do investigador Carlos André que deu um
papel para a menina desenhar enquanto aguardava a presença do conselho tutelar.
O
desenho que a menina faz é de uma criança deitada com o corpo aberto e o que
representaria vísceras para fora do corpo.
Segundo
consta na declaração do investigador que saiu na reportagem do jornal metrópole.
A
menina de 8 anos estava se sentindo enjoada. Os policiais ofereceram um lanche
a ela, porém a mesma não conseguia engolir.
Mesmo várias horas depois sob a guarda da PCDF, ela apresentava
fortes enjoos e recusava qualquer tipo de alimento.
Os policiais perguntaram o que a menina
havia comido que pudesse ter provocado o enjoo. Em resposta, ouviram que tinha
sido torradas com ketchup.
Porém os policiais vasculharam a casa e
constataram que:
“Não havia torradas nem ketchup na casa nem
na geladeira, e muito menos no lixo. Nunca encontramos qualquer embalagem
desses produtos”
A
menina demonstrava muito ódio da figura masculina, principalmente do pai e do
irmão Rhuan Maycon. Ela odiava o irmão.
As
duas mulheres prestaram os primeiros depoimentos Rosana estava mais falante e
disposta a esclarecer os fatos que a Kacyla, que por sua vez na delegacia se
calou.
Em
12 horas na delegacia ela mudou de versão umas 6 a 7 vezes.
Essa
mãe alegou que o Rhuan era desobediente, por isso que ela fez tudo aquilo.
Que
ele era muito violento.
Depois
ela disse que ele estava incorporado no diabo.
Muda
a versão mais uma vez, que Rhuan era parecido com o pai dele e como ela era
vítima do ex marido fez aquilo com o guri. Porque a todo momento lembrava do
homem.
Até
que ela conta que queria viver a vida sem ele, o ex marido parou de pagar a
pensão. Rhuan só causaria gastos. Ela não queria o filho e se negava a entregar
ao pai.
Tinha
profundo ódio do ex marido e queria viver feliz com a Kacyla sem ter nenhum
impecílio.
Kacyla
e Rosana confessaram o assassinato e a tentativa de se livrar do corpo do
menino. Ambas contaram com detalhes como fizeram, usavam de mimica,
gesticulavam como se fosse uma encenação de cena de teatro.
Elas
disseram que queimaram a carne pra desprender a carne do corpo dos ossos, pra
descarnar. E tinha intenção de quebrar os ossos com o martelo e depois jogar
fora pelo vaso.
Ela
queria enterrar a carne. E existe uma possibilidade de que ela tenha ingerido
essa carne. Pois o delegado pergunta se ela comeu: Ela diz que não, mas que o
cheiro estava ótimo.
Essa
que se dizia mãe não demonstrava nenhum afeto com a criança, friamente falava o
que aconteceu, sem emoção, sem afetividade alguma.
Mas
com a Kacyla era diferente... com a maravilhosa ela era carinhosa,
compreensiva, unidas, uns amores!
O
nível de perversidade da ré Rosana é tamanho que, ainda no local do homicídio,
ao ser perguntada pelo delegado ‘Vocês comeram a carne da criança?’, respondeu
a ele: ‘Não, mas o cheiro estava bom’
Ambas
tiveram prisão preventiva na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a
Colmeia. Presas Rosana com 28 anos e Kacyla 27 anos.
O
corpo de Rhuan foi enterrado em Rio Branco (AC), em 5 de junho de 2019.
A
menina foi morar com o pai.
O
julgamento ocorreu dia 25 de Novembro de 2021 no Tribunal do Júri de Samambaia,
desde o inicio tratado como segredo de justiça, ocorreu com as portas do fórum
fechadas.
Na
sentença, foi tratado como crime hediondo e “friamente premeditado”, o juiz destacou
a “frieza emocional, comportamento calculista e insensibilidade exacerbada” das
rés, em especial de Rosana.
Kacyla
permaneceu em silêncio durante o julgamento, além de assumir a autoria do
crime, negando participação de Rosana.
Que
mataram Rhuan primeiro porque ele dava mais trabalho, enquanto a menina era
mais independente. Elas queriam viver a vida delas.
Segundo
o site Metrópoles:
Investigadores da PCDF que trabalharam no caso e peritos do IML
jamais encontraram partes esquartejadas do corpo do menino; principalmente de
uma das coxas. A suspeita é de que lascas da carne foram assadas e servidas
como bife para a filha de Kacyla durante o jantar após o crime.
A suspeita ganhou força quando a garota, ainda de pijama, foi
levada para as dependências da 26ª DP até que o Conselho Tutelar e familiares próximos fossem acionados. Mesmo várias horas
depois sob a guarda da PCDF, ela apresentava fortes enjoos e recusava qualquer
tipo de alimento.
Os policiais perguntaram o que a menina
havia comido que pudesse ter provocado o enjoo. Em resposta, ouviram que tinha
sido torradas com ketchup. “Não havia torradas nem ketchup na casa nem na
geladeira, e muito menos no lixo. Nunca encontramos qualquer embalagem desses
produtos”, disse ao Metrópoles um
investigador que vasculhou a residência.
O
juiz Fabrício Castagna Lunardi proferiu, a mãe do menino, Rosana Auri da Silva,
65 anos e a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago, 64 anos de reclusão a
pena em regime fechado.
Por
Homicídio duplamente qualificado
por motivo torpe, tortura,
lesão corporal gravíssima, ocultação de cadáver e fraude processual.
No
sistema carcerário se denominam homens trans. A Rosana escolheu um nome que não
a representa que é Angel e Kacyla se chama Alidio.
Os
dois se casam, afinal agora são dois homens trans, que depois que casaram
ficaram em celas especiais, pois se sentiam muito intimidadas com as demais
detentas.
Alegaram
que os agentes eram trans fóbicos, as demais detentas não os suportavam. Os
dias forma passando sendo o cotidiano dividido entre as duas, até que não
aguentaram mais.
Acabaram
se separando e pedindo para voltarem as celas normais, quer dizer estão
procurando convívio. Queriam tanto viver só entre as duas e só entre elas não
suportaram.
No Acre foi desenvolvido O
programa Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos- Rhuamm, coordenado pelo
Núcleo da Cidadania que tem por objetivo fortalecer a rede de proteção, com
articulação contínua e qualitativa, visando suprir as necessidades identificadas
em favor da criança vítima de violência no município de Rio Branco/AC. Tendo
como objetivo maior, o trabalho no acompanhamento dos casos de crianças vítimas
de violência.
O Caso do Rhuan Maycon foi
bastante comentado no nosso país inclusive no meio político, bem como divulgado
internacionalmente.
Isso por conta do meio cruel
cometido contra uma criança e pelo desamor da genitora.
Porém o meio legislativo
deveria ter Leis severas para esse tipo de caso, talvez a população deva lutar
para uma prisão perpétua em casos tão cruéis como esse.
Uma mãe que não ama o filho,
mas por orgulho não devolve ao pai ou a alguém responsável. Alguém tão doente
de alma e afeto que é capaz de se satisfazer ao ver o outro sentir dor,
desespero, passar por traumas, deixar passar fome. O caso Rhuan Maycon é tão
lamentável que o mesmo era usado por duas perversas, imorais e frias. Que
alimentavam seu ego impondo a tortura física e mental. Tirando o direito da
criança de ser cuidada, brincar e ter convívio social. Rhuan o menino de 9 anos
que foi feliz enquanto estava com pessoas que o amavam e que infelizmente não o
encontraram com vida. O menino natural do Acre região de árvores gigantes, Rhuan
alcançou o céu!
Vou ficando por aqui! Um
grande beijo e que o céu nos ilumine.
Referências:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100006983199683
https://www.facebook.com/kacyla.priscyla
https://defensoria.ac.def.br/projeto/1/Programa_Rhuamm
























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